Valores ucraniano

ID: 416550 Idioma: español (o castellano) Asignatura: etica y valores Curso/nivel: 5º/6º Edad: 10-12 Tema principal: Comportamiento Otros contenidos: Lenguaje verbal Añadir a mis cuadernos (17) Descargar archivo pdf Insertar en mi web o blog Valores ficha interactiva y descargable. Puedes hacer los ejercicios online o descargar la ficha como pdf. A hryvnia ucraniano é subdividida em 100 kopiyok ou kopiyky (singular: kopiyaka). Plural de hryvnia é hryven 'ou hryvni. Moedas hryvnia ucranianos são usados com freqüência em valores de 1 hryvnia, 1 kopiyaka, 2 kopiyky, 5 kopiyok, 10 kopiyok, 25 kopiyok, 50 kopiyok. Honestidad y congruencia: Serguei Prokofiev. Una forma profunda aunque sofisticada de la Honestidad es la congruencia, significa mantener una relación clara y directa entre lo dicho y las acciones propias. La coherencia es tan importante que hay quienes la consideran esencial para discernir los verdadero; la Teoría coherentista de la verdad considera a ésta última como una cualidad de todo ... La apuesta del seleccionador por los jóvenes valores tendrá su continuidad tras el estreno en la absoluta de Ansu Fati, ... Además de traer la paz al fútbol ucraniano, ha introducido sangre ... Insólito: sorprendieron a un empresario santafesino con un soldado ucraniano en el baúl del auto Ocurrió en el límite entre Corrientes y Entre Ríos. La Justicia federal investiga la identidad ... 1 Sempre faturamos no mínimo 100 palavras para cobrir os nossos custos de produção. 2 Se precisar de uma tradução juramentada, consulte esta página.. A Translated oferece serviços de tradução multilíngue há mais de 20 anos através de uma rede de 224.064 tradutores nativos no mundo todo. Graças a essa experiência, conseguimos atender todas as suas necessidades de tradução em ... - Rusasconamor es un sitio honesto para conocer directamente chicas de Rusia, mujeres de Ucrania, bielorrusas y de Europa del este. Sólo seleccionamos chicas rusas auténticas y genuinas que buscan pareja para relaciones serias y estables o con fines para casarse. - El método propuesto es comunicarse través de redes sociales rusas (VK) y aplicaciones (Skype, apps) ya que esta opción nos ... Mujeres hermosas ucranianas de Europa.Estamos seguros que lo que verás a continuación te dejará convencido. Las mujeres ucranianas mas hermosas y lindas vecinas de las rusas son chicas sencillas y mujeres bellas. Todo éxito debe estar sostenido por los valores de integridad, humildad, responsabilidad incondicional, empatía y compromiso. Estos no son los únicos pero quizás son los principales.

More about Belarus color "revolution"

2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.05.31 05:47 RedDead141 El griton de Pripiat

Hola a todos, hoy vengo a traerles un personaje "terrorifico" que he creado, y su nombre como esta en el titulo es "El Griton de Pripiat" o "Screamer" como mas se les sea comodo llamarlo.
Historia y Origen:
Era la mañana del 26 de abril de 1986 en el pueblo de Pripiat, se veria en una de las casas a un hombre solitario llamado Victor Cherchecov de 30 años de edad, estaria en su casa tranquilo bebiendo una taza de cafe y leyendo el periodico, Victor siempre fue alguien respetado y querido en el pueblo de Pripiat a pesar de ser alguien solitario, cuando de la nada se escucharia una sirena sonar fuerte como alerta de que algo malo estaba pasando en el pueblo de Pripiat, Victor se asomaria por la ventana y se veria a un monton de militares sacando a las familias de sus casas, este penso que era un ataque o algo parecido asi que rapidamente este fue corriendo a su patio y fue donde una puerta que tenia escondida entre unos matorrales y este se metio alli dando con un refugio subterraneo donde este se quedo alli todo el dia, tenia provisiones suficientes para sobrevivir 3 meses asi que este se quedaria alli pensando que habria una guerra o algo parecido, pasaron 2 meses y este siempre escucho silencio, pero un silencio tan grande y aterrador, asi que este tomo un arma que tenia guardada en un cajon y armandose de valor este salio poco a poco de su refugio (fue el peor error de su vida) al este salir veria todo abandonado y deteriorado al igual que su casa, pero el sintio una leve presion en el pecho del cual este al principio no le tomo importancia, entro a su casa y noto que era de noche asi que fue donde uno de los cajones y saco una linterna, y se vio obligado a salir de Pripiat, la presion en el pecho que sentia poco a poco fue incrementando asi que rapidamente se empezo a dirigir fuera del pueblo, pero habia algo en la oscuridad qeu el sentia que lo asechaba, el miedo poco a poco se fue apoderando de Victor asi que este saco su pistola y estaria atento a todos lados mientras se dirigia fuera del pueblo de Pripiat, la presion en el pecho ya era mas grande y lo que sea que lo asechaba lo sentia mas cerca, no se pudo contener mas asi que empezo a correr lo mas rapido que podia, Victor sintio como esa sensacion era en verdad un montruo humanoide con dientes afilados del cual tambien salia un liquido verde y extraño. El terror invadio a Victor asi que este siguio corriendo casi llegando a la salida de Pripiat donde el final veia a uns militares cuidando la zona, este gritaba de desesperacion y ayuda hasta que se tropezo y se le cayo el arma y la linterna del cual el monstruo se acercaba cada vez mas, este se arrastro hasta su arma y le apunto al mostruo disparandole dos veces del cual aquel monstruo cayo encima de Victor ya muerto pero Victor grito tan fuerte del terror que sus cuerdas vocales quedaron severamente dañadas y a la vez ese liquido verde y extraño que salia de la boca del monstruo cayo en su baca tambien y se termino ahogando con ese liquido, previamente unas horas despues los militares que cuidaban la entrada de Pripiat habian enviado a 3 soldado a investigar la zona por esos gritos que habian escuchado, estos soldados encontraron el cadaver del monstruo del cual se quedaron sorprendidos porque nunca vieron algo asi, pero el cadaver de Victor ya no estaba, de la nada y sin previo aviso un grito muy fuerte aturdio a los 3 soldados y uno por uno cayeron muertos despedazados y derrepente se veria a una especie de persona mutada, era Victor Cherchecov, pero lastimosamente ya no era Victor, era un monstruo diambulante con garras afiladas, el cuello lo tenia hinchado y su piel era de color gris palido, este se agacharia y se devoraria solo un par de los restos de aquellos soldados que asesino y luego cuando terminaria su festin, este pegaria un grito estremecedor que espantaria a las aves y a los animales que andaban por ahi, los soldados en la entrada de Pripiat se darian cuenta de esto y estarian un poco asustados, estos intentarian comunicar con los 3 soldado que enviaron pero ninguno contestaria, solo escucharian una voz valbuceante y aterradora de fondo para despues soltar otro grito y se cortaria la comunicacion, inmediatamente los el capitan que habia escuchado ese grito se comunico con sus superiores y estos no se creian lo que este contaba, asi que le pidieron que fuera con un peloton a investigar donde fue el paradero de los 3 soldados, despues de una hora de busqueda estos encontraron la escena y todos quedaron perturbados, vieron a aquellos 3 soldados mutilados y algunos restos no se encontraban, asi que empezaron a tomar muestras de la escena y fotos, luego guardaron los restos de los cadaveres en bolsas y volvieron a la entrada para despues ir a la base militar mas cercana de Ucrania, estos trajeron cientificos y expertos, examinaron las pruebas y todos quedaron en shock por la respuesta que le dieron los expertos y cientificos, dijeron que al principio pudo ser una animal, pero investigando mas a fondo se dieron cuenta de que los 3 soldados fueron asesinados al mismo tiempo ademas de que tenian restos de radiacion, de los cual todos quedaron confundido ya que ninguna animal hace eso, aquel capitan nunca se olvidaria de ese grito y esos valbuceos, asi que este le otorgo el nombre de "El Griton de Pripiat", los militares despues de este incidente tuvieron prohibido entrar a Pripiat y que debian vigilar siempre las entradas y salidas del lugar, aqui un registro de un soldado una noche que estaba junto a sus compañeros.
-se escucharia un audio-
soldado ucraniano: aqui estamos, 20 de julio de 1990, les juro que escucho valbuceos a lo lejos pero... que es eso que se aproxima?!
Otro soldado: contacto!
-se escucharian disparos-
soldado ucraniano: Denis cuidado!
-se escucharia un grito potente que distoricionaria un poco el audio-
-se escucharian gritos de desesperacion de algunos soldados-
Soldado ucraniano: -se le escucharia moribundo- Nece..sitamos refuerzos, eh?! no! NOOO!!
-se escucharia como algo se lo devoraria mientras se escuchan sus gritos de dolor-
-luego se escucharia un silencio y a la vez unos valbuceos para despues escucharse un grito potente y la grabacion se acabaria-

El 21 de julio de 1990 se haria una noticia viral llamada "La masacre de Pripiat" donde se encontrarian los cadaveres devorados de los soldados que cuidaban la entrada, desde ese dia no se supo mas de "El griton de Pripiat", hay muchas personas que dicen que aun sigue en Pripiat, otras personas dicen haberlo visto en los bosques de Rusia, no se sabe mas del griton de Pripiat. Fin del comunicado
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2019.10.09 08:31 FeskovAgencySpain VENTAJAS DE LA GENÉTICA UCRANIANA

Cuando se pone la pregunta de la necesidad de uso de material donado о en el tratamiento de infertilidad, muchos padres se preocupan motivadamente sobre el tipo de genes que heredaría su hijo del donador. Ya que en gran medida precisamente de la genética dependerá el futuro del niño – su salud, sus inclinaciones, vista exterior. Actualmente Ucrania es uno de los países demandados para los habitantes de Europa y país de Comunidad de Estados Independientes, que necesitan ayuda en el tratamiento de infertilidad. La donación de óvulos es uno de los servicios más demandados, que se presta por las clínicas de reproductología. Evidentemente, será actual la cuestión de las ventajas de la genética ucraniana y sus particularidades.

¿Qué determinan los genes?

En primer lugar hay que destacar, qué son los genes, cuáles son los genes humanos principales y qué papel juegan en la vida de individuo. Por definición, el gen es la unidad particular, sección estructural y funcional de ADN, que determina herencia genética de organismos vivos, que se transmite de los padres a sus hijos.
¿Qué determinan los genes? Los genes determinan las posibilidades físicas y psíquicas y particularidades de la persona. Determinan el curso de desarrollo del niño, nivel de su inteligencia, voluntad, felicidad. De ellos depende el sexo del niño, color de sus ojos, pelo, altura y un montón de otros factores internos.
La predisposición genética en cierto grado indica la perspectiva posterior, pero en el fondo, es sólo una plataforma de inicio. Las inclinaciones negativas no se realizan obligatoriamente, son más como un cepellón, del que a lo mejor podrá crecer un árbol, o quizás no. Teniendo el enfoque adecuado, educación correcta y forma de vida correspondiente la agresividad, la depresión y la pereza seguirán siendo sólo las inclinaciones y nada más.
Al mismo tiempo, los genes determinan las posibilidades humanas y sus límites. Los estudios, el perfeccionamiento, el crecimiento también son los méritos de la herencia genética. Si hablamos en concreto, el 50% del intelecto, 40% de selección de profesión, 40% de espiritualidad, 10% de sentimiento religioso dependerán de los genes. Un niño sano sin patologías genéticas siempre puede convertirse en un miembro válido de la sociedad.

Genes de los donadores ucranianos

¿Por qué Ucrania es un país tan popular en el mundo para el turismo reproductivo? Claro, se trata tanto de la legislación leal y calidad de servicios prestados, como, efectivamente, del precio de los mismos. Pero, en todo el mundo hay muchos países que abarcan los criterios arriba mencionados, como India, Tailandia, etc. Cuando se trata de la donación, se pone la pregunta de genética.
La genética de los ucranianos atrae a los futuros padres con sus ventajas obvias. Es una nación sana, fuerte y libre. Podemos tardar mucho tiempo en formar la lista de personas ucranianas de fama mundial. Son ingenieros, médicos, pintores, empresarios, políticos y deportistas. Bueno, ya sabemos que muchos de ellos se vieron obligados a realizarse profesionalmente en su totalidad en otro país del mundo.
Los genes de las mujeres ucranianas dan la belleza, bondad, espíritu de paz y laboriosidad, resistencia y femineidad, como de las verdaderas amas de sus hogares. Son los valores fundamentales. Pero, en ciertas circunstancias los genes ucranianos demuestran toda la fuerza de amor a la libertad, ardor guerrero y valentía. Este conjunto de cualidades exclusivas nos sugiere bastante claro el hecho de los genes buenos y sanos.
La genética ucraniana tiene otra ventaja que consiste en que es una nación bastante antigua y bien distinguida en el continente de Eurasia. Según una de las versiones los ucranianos posiblemente son los progenitores de todos los europeos modernos, por eso los rasgos parecidos a nivel genético de los donadores y padres del futuro niño, estarán garantizadas en cierta medida.

Salud del donador

Pero los genes, que determinan las inclinaciones, comportamiento, carácter aun no son más importantes a la hora de selección del donador. A lo mejor, la salud ocupa el primer lugar. Como los habitantes de todo el mundo, los ucranianos tienen las predisposiciones genéticas a ciertas enfermedades. Con esto no podemos hacer nada. Pero, de hecho, este aspecto se excluye prácticamente por completo aun en la etapa de selección del donador del óvulo o semen.
Gracias a la selección escrupulosa, las limitaciones e indicaciones existentes a la donación, tanto como las tecnologías modernas excluyen riesgos de obtener los genes enfermos. Se lleva a cabo obligatoriamente el análisis genético detallado, que determina la posibilidad y grado de aparición de todo tipo de enfermedades heredadas en los gametos. Teniendo todas las posibilidades existentes, una cantidad suficiente de las personas que desean ser donadores, la selección de uno más perfecto no resultará nada difícil.
De ser necesario, los especialistas realizan el diagnóstico preimplantacional del embrión. Esto, a su vez, garantiza por completo la transportación del feto sin patologías cromosómicas. El fenotipo de los ucranianos permitirá seleccionar de todas las opciones uno que convenga al máximo según las demandas de los cónyuges. A pesar de buenos genes, los padres obtendrán también las cualidades exteriores elegidas de manera óptima, que se parezcan a su color de ojos, pelo, matiz de la piel, forma de la nariz, labios, orejas, etc.
El hecho de tener hijos es una felicidad inmensa. Los temores, que el niño, cuya fecundación se haya realizado de los gametos donados será diferente, no querido, se despejarán inmediatamente con las primeras fotos de ultrasonido, con los primeros movimientos en el vientre de la madre, primer grito en la sala de maternidad. ¡Y como dicen, el amor materno supera todas las dificultades, incluso cambia genes!
https://maternidad-subrogada-centro.es/ventajas-de-la-genetica-ucraniana.html
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2019.07.26 11:02 FeskovAgencySpain VENTAJAS DE LA GENÉTICA UCRANIANA

Cuando se pone la pregunta de la necesidad de uso de material donado о en el tratamiento de infertilidad, muchos padres se preocupan motivadamente sobre el tipo de genes que heredaría su hijo del donador. Ya que en gran medida precisamente de la genética dependerá el futuro del niño – su salud, sus inclinaciones, vista exterior. Actualmente Ucrania es uno de los países demandados para los habitantes de Europa y país de Comunidad de Estados Independientes, que necesitan ayuda en el tratamiento de infertilidad. La donación de óvulos es uno de los servicios más demandados, que se presta por las clínicas de reproductología. Evidentemente, será actual la cuestión de las ventajas de la genética ucraniana y sus particularidades.

¿Qué determinan los genes?

En primer lugar hay que destacar, qué son los genes, cuáles son los genes humanos principales y qué papel juegan en la vida de individuo. Por definición, el gen es la unidad particular, sección estructural y funcional de ADN, que determina herencia genética de organismos vivos, que se transmite de los padres a sus hijos.
¿Qué determinan los genes? Los genes determinan las posibilidades físicas y psíquicas y particularidades de la persona. Determinan el curso de desarrollo del niño, nivel de su inteligencia, voluntad, felicidad. De ellos depende el sexo del niño, color de sus ojos, pelo, altura y un montón de otros factores internos.
La predisposición genética en cierto grado indica la perspectiva posterior, pero en el fondo, es sólo una plataforma de inicio. Las inclinaciones negativas no se realizan obligatoriamente, son más como un cepellón, del que a lo mejor podrá crecer un árbol, o quizás no. Teniendo el enfoque adecuado, educación correcta y forma de vida correspondiente la agresividad, la depresión y la pereza seguirán siendo sólo las inclinaciones y nada más.
Al mismo tiempo, los genes determinan las posibilidades humanas y sus límites. Los estudios, el perfeccionamiento, el crecimiento también son los méritos de la herencia genética. Si hablamos en concreto, el 50% del intelecto, 40% de selección de profesión, 40% de espiritualidad, 10% de sentimiento religioso dependerán de los genes. Un niño sano sin patologías genéticas siempre puede convertirse en un miembro válido de la sociedad.

Genes de los donadores ucranianos

¿Por qué Ucrania es un país tan popular en el mundo para el turismo reproductivo? Claro, se trata tanto de la legislación leal y calidad de servicios prestados, como, efectivamente, del precio de los mismos. Pero, en todo el mundo hay muchos países que abarcan los criterios arriba mencionados, como India, Tailandia, etc. Cuando se trata de la donación, se pone la pregunta de genética.
La genética de los ucranianos atrae a los futuros padres con sus ventajas obvias. Es una nación sana, fuerte y libre. Podemos tardar mucho tiempo en formar la lista de personas ucranianas de fama mundial. Son ingenieros, médicos, pintores, empresarios, políticos y deportistas. Bueno, ya sabemos que muchos de ellos se vieron obligados a realizarse profesionalmente en su totalidad en otro país del mundo.
Los genes de las mujeres ucranianas dan la belleza, bondad, espíritu de paz y laboriosidad, resistencia y femineidad, como de las verdaderas amas de sus hogares. Son los valores fundamentales. Pero, en ciertas circunstancias los genes ucranianos demuestran toda la fuerza de amor a la libertad, ardor guerrero y valentía. Este conjunto de cualidades exclusivas nos sugiere bastante claro el hecho de los genes buenos y sanos.
La genética ucraniana tiene otra ventaja que consiste en que es una nación bastante antigua y bien distinguida en el continente de Eurasia. Según una de las versiones los ucranianos posiblemente son los progenitores de todos los europeos modernos, por eso los rasgos parecidos a nivel genético de los donadores y padres del futuro niño, estarán garantizadas en cierta medida.

Salud del donador

Pero los genes, que determinan las inclinaciones, comportamiento, carácter aun no son más importantes a la hora de selección del donador. A lo mejor, la salud ocupa el primer lugar. Como los habitantes de todo el mundo, los ucranianos tienen las predisposiciones genéticas a ciertas enfermedades. Con esto no podemos hacer nada. Pero, de hecho, este aspecto se excluye prácticamente por completo aun en la etapa de selección del donador del óvulo o semen.
Gracias a la selección escrupulosa, las limitaciones e indicaciones existentes a la donación, tanto como las tecnologías modernas excluyen riesgos de obtener los genes enfermos. Se lleva a cabo obligatoriamente el análisis genético detallado, que determina la posibilidad y grado de aparición de todo tipo de enfermedades heredadas en los gametos. Teniendo todas las posibilidades existentes, una cantidad suficiente de las personas que desean ser donadores, la selección de uno más perfecto no resultará nada difícil.
De ser necesario, los especialistas realizan el diagnóstico preimplantacional del embrión. Esto, a su vez, garantiza por completo la transportación del feto sin patologías cromosómicas. El fenotipo de los ucranianos permitirá seleccionar de todas las opciones uno que convenga al máximo según las demandas de los cónyuges. A pesar de buenos genes, los padres obtendrán también las cualidades exteriores elegidas de manera óptima, que se parezcan a su color de ojos, pelo, matiz de la piel, forma de la nariz, labios, orejas, etc.
El hecho de tener hijos es una felicidad inmensa. Los temores, que el niño, cuya fecundación se haya realizado de los gametos donados será diferente, no querido, se despejarán inmediatamente con las primeras fotos de ultrasonido, con los primeros movimientos en el vientre de la madre, primer grito en la sala de maternidad. ¡Y como dicen, el amor materno supera todas las dificultades, incluso cambia genes!
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2019.07.09 09:06 FeskovAgencySpain VENTAJAS DE LA GENÉTICA UCRANIANA

Cuando se pone la pregunta de la necesidad de uso de material donado о en el tratamiento de infertilidad, muchos padres se preocupan motivadamente sobre el tipo de genes que heredaría su hijo del donador. Ya que en gran medida precisamente de la genética dependerá el futuro del niño – su salud, sus inclinaciones, vista exterior. Actualmente Ucrania es uno de los países demandados para los habitantes de Europa y país de Comunidad de Estados Independientes, que necesitan ayuda en el tratamiento de infertilidad. La donación de óvulos es uno de los servicios más demandados, que se presta por las clínicas de reproductología. Evidentemente, será actual la cuestión de las ventajas de la genética ucraniana y sus particularidades.

¿Qué determinan los genes?

En primer lugar hay que destacar, qué son los genes, cuáles son los genes humanos principales y qué papel juegan en la vida de individuo. Por definición, el gen es la unidad particular, sección estructural y funcional de ADN, que determina herencia genética de organismos vivos, que se transmite de los padres a sus hijos.
¿Qué determinan los genes? Los genes determinan las posibilidades físicas y psíquicas y particularidades de la persona. Determinan el curso de desarrollo del niño, nivel de su inteligencia, voluntad, felicidad. De ellos depende el sexo del niño, color de sus ojos, pelo, altura y un montón de otros factores internos.
La predisposición genética en cierto grado indica la perspectiva posterior, pero en el fondo, es sólo una plataforma de inicio. Las inclinaciones negativas no se realizan obligatoriamente, son más como un cepellón, del que a lo mejor podrá crecer un árbol, o quizás no. Teniendo el enfoque adecuado, educación correcta y forma de vida correspondiente la agresividad, la depresión y la pereza seguirán siendo sólo las inclinaciones y nada más.
Al mismo tiempo, los genes determinan las posibilidades humanas y sus límites. Los estudios, el perfeccionamiento, el crecimiento también son los méritos de la herencia genética. Si hablamos en concreto, el 50% del intelecto, 40% de selección de profesión, 40% de espiritualidad, 10% de sentimiento religioso dependerán de los genes. Un niño sano sin patologías genéticas siempre puede convertirse en un miembro válido de la sociedad.

Genes de los donadores ucranianos

¿Por qué Ucrania es un país tan popular en el mundo para el turismo reproductivo? Claro, se trata tanto de la legislación leal y calidad de servicios prestados, como, efectivamente, del precio de los mismos. Pero, en todo el mundo hay muchos países que abarcan los criterios arriba mencionados, como India, Tailandia, etc. Cuando se trata de la donación, se pone la pregunta de genética.
La genética de los ucranianos atrae a los futuros padres con sus ventajas obvias. Es una nación sana, fuerte y libre. Podemos tardar mucho tiempo en formar la lista de personas ucranianas de fama mundial. Son ingenieros, médicos, pintores, empresarios, políticos y deportistas. Bueno, ya sabemos que muchos de ellos se vieron obligados a realizarse profesionalmente en su totalidad en otro país del mundo.
Los genes de las mujeres ucranianas dan la belleza, bondad, espíritu de paz y laboriosidad, resistencia y femineidad, como de las verdaderas amas de sus hogares. Son los valores fundamentales. Pero, en ciertas circunstancias los genes ucranianos demuestran toda la fuerza de amor a la libertad, ardor guerrero y valentía. Este conjunto de cualidades exclusivas nos sugiere bastante claro el hecho de los genes buenos y sanos.
La genética ucraniana tiene otra ventaja que consiste en que es una nación bastante antigua y bien distinguida en el continente de Eurasia. Según una de las versiones los ucranianos posiblemente son los progenitores de todos los europeos modernos, por eso los rasgos parecidos a nivel genético de los donadores y padres del futuro niño, estarán garantizadas en cierta medida.

Salud del donador

Pero los genes, que determinan las inclinaciones, comportamiento, carácter aun no son más importantes a la hora de selección del donador. A lo mejor, la salud ocupa el primer lugar. Como los habitantes de todo el mundo, los ucranianos tienen las predisposiciones genéticas a ciertas enfermedades. Con esto no podemos hacer nada. Pero, de hecho, este aspecto se excluye prácticamente por completo aun en la etapa de selección del donador del óvulo o semen.
Gracias a la selección escrupulosa, las limitaciones e indicaciones existentes a la donación, tanto como las tecnologías modernas excluyen riesgos de obtener los genes enfermos. Se lleva a cabo obligatoriamente el análisis genético detallado, que determina la posibilidad y grado de aparición de todo tipo de enfermedades heredadas en los gametos. Teniendo todas las posibilidades existentes, una cantidad suficiente de las personas que desean ser donadores, la selección de uno más perfecto no resultará nada difícil.
De ser necesario, los especialistas realizan el diagnóstico preimplantacional del embrión. Esto, a su vez, garantiza por completo la transportación del feto sin patologías cromosómicas. El fenotipo de los ucranianos permitirá seleccionar de todas las opciones uno que convenga al máximo según las demandas de los cónyuges. A pesar de buenos genes, los padres obtendrán también las cualidades exteriores elegidas de manera óptima, que se parezcan a su color de ojos, pelo, matiz de la piel, forma de la nariz, labios, orejas, etc.
El hecho de tener hijos es una felicidad inmensa. Los temores, que el niño, cuya fecundación se haya realizado de los gametos donados será diferente, no querido, se despejarán inmediatamente con las primeras fotos de ultrasonido, con los primeros movimientos en el vientre de la madre, primer grito en la sala de maternidad. ¡Y como dicen, el amor materno supera todas las dificultades, incluso cambia genes!
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2019.06.04 08:30 FeskovAgencySpain VENTAJAS DE LA GENÉTICA UCRANIANA

Cuando se pone la pregunta de la necesidad de uso de material donado о en el tratamiento de infertilidad, muchos padres se preocupan motivadamente sobre el tipo de genes que heredaría su hijo del donador. Ya que en gran medida precisamente de la genética dependerá el futuro del niño – su salud, sus inclinaciones, vista exterior. Actualmente Ucrania es uno de los países demandados para los habitantes de Europa y país de Comunidad de Estados Independientes, que necesitan ayuda en el tratamiento de infertilidad. La donación de óvulos es uno de los servicios más demandados, que se presta por las clínicas de reproductología. Evidentemente, será actual la cuestión de las ventajas de la genética ucraniana y sus particularidades.

¿Qué determinan los genes?

En primer lugar hay que destacar, qué son los genes, cuáles son los genes humanos principales y qué papel juegan en la vida de individuo. Por definición, el gen es la unidad particular, sección estructural y funcional de ADN, que determina herencia genética de organismos vivos, que se transmite de los padres a sus hijos.
¿Qué determinan los genes? Los genes determinan las posibilidades físicas y psíquicas y particularidades de la persona. Determinan el curso de desarrollo del niño, nivel de su inteligencia, voluntad, felicidad. De ellos depende el sexo del niño, color de sus ojos, pelo, altura y un montón de otros factores internos.
La predisposición genética en cierto grado indica la perspectiva posterior, pero en el fondo, es sólo una plataforma de inicio. Las inclinaciones negativas no se realizan obligatoriamente, son más como un cepellón, del que a lo mejor podrá crecer un árbol, o quizás no. Teniendo el enfoque adecuado, educación correcta y forma de vida correspondiente la agresividad, la depresión y la pereza seguirán siendo sólo las inclinaciones y nada más.
Al mismo tiempo, los genes determinan las posibilidades humanas y sus límites. Los estudios, el perfeccionamiento, el crecimiento también son los méritos de la herencia genética. Si hablamos en concreto, el 50% del intelecto, 40% de selección de profesión, 40% de espiritualidad, 10% de sentimiento religioso dependerán de los genes. Un niño sano sin patologías genéticas siempre puede convertirse en un miembro válido de la sociedad.

Genes de los donadores ucranianos

¿Por qué Ucrania es un país tan popular en el mundo para el turismo reproductivo? Claro, se trata tanto de la legislación leal y calidad de servicios prestados, como, efectivamente, del precio de los mismos. Pero, en todo el mundo hay muchos países que abarcan los criterios arriba mencionados, como India, Tailandia, etc. Cuando se trata de la donación, se pone la pregunta de genética.
La genética de los ucranianos atrae a los futuros padres con sus ventajas obvias. Es una nación sana, fuerte y libre. Podemos tardar mucho tiempo en formar la lista de personas ucranianas de fama mundial. Son ingenieros, médicos, pintores, empresarios, políticos y deportistas. Bueno, ya sabemos que muchos de ellos se vieron obligados a realizarse profesionalmente en su totalidad en otro país del mundo.
Los genes de las mujeres ucranianas dan la belleza, bondad, espíritu de paz y laboriosidad, resistencia y femineidad, como de las verdaderas amas de sus hogares. Son los valores fundamentales. Pero, en ciertas circunstancias los genes ucranianos demuestran toda la fuerza de amor a la libertad, ardor guerrero y valentía. Este conjunto de cualidades exclusivas nos sugiere bastante claro el hecho de los genes buenos y sanos.
La genética ucraniana tiene otra ventaja que consiste en que es una nación bastante antigua y bien distinguida en el continente de Eurasia. Según una de las versiones los ucranianos posiblemente son los progenitores de todos los europeos modernos, por eso los rasgos parecidos a nivel genético de los donadores y padres del futuro niño, estarán garantizadas en cierta medida.

Salud del donador

Pero los genes, que determinan las inclinaciones, comportamiento, carácter aun no son más importantes a la hora de selección del donador. A lo mejor, la salud ocupa el primer lugar. Como los habitantes de todo el mundo, los ucranianos tienen las predisposiciones genéticas a ciertas enfermedades. Con esto no podemos hacer nada. Pero, de hecho, este aspecto se excluye prácticamente por completo aun en la etapa de selección del donador del óvulo o semen.
Gracias a la selección escrupulosa, las limitaciones e indicaciones existentes a la donación, tanto como las tecnologías modernas excluyen riesgos de obtener los genes enfermos. Se lleva a cabo obligatoriamente el análisis genético detallado, que determina la posibilidad y grado de aparición de todo tipo de enfermedades heredadas en los gametos. Teniendo todas las posibilidades existentes, una cantidad suficiente de las personas que desean ser donadores, la selección de uno más perfecto no resultará nada difícil.
De ser necesario, los especialistas realizan el diagnóstico preimplantacional del embrión. Esto, a su vez, garantiza por completo la transportación del feto sin patologías cromosómicas. El fenotipo de los ucranianos permitirá seleccionar de todas las opciones uno que convenga al máximo según las demandas de los cónyuges. A pesar de buenos genes, los padres obtendrán también las cualidades exteriores elegidas de manera óptima, que se parezcan a su color de ojos, pelo, matiz de la piel, forma de la nariz, labios, orejas, etc.
El hecho de tener hijos es una felicidad inmensa. Los temores, que el niño, cuya fecundación se haya realizado de los gametos donados será diferente, no querido, se despejarán inmediatamente con las primeras fotos de ultrasonido, con los primeros movimientos en el vientre de la madre, primer grito en la sala de maternidad. ¡Y como dicen, el amor materno supera todas las dificultades, incluso cambia genes!
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2019.04.05 16:43 maco379 Investigación Especial: Como Poroshenko encabezó la corrupción en Ucrania

Investigación Especial: Como Poroshenko encabezó la corrupción en Ucrania
La campaña electoral de Petro Poroshenko está llegando a su fin. Se han gastado millones de hryvnias para poner al actual presidente como el único candidato capaz de sacar a Ucrania de la crisis. Para crear tal imagen, Pyotr Alekseevich se preparó bastante y, mucho antes de las elecciones, 2019 encontró una manera de multiplicar sus activos utilizando esquemas ilegales, incluido el que conoció Rotterdam Plus.

Sus compañeros y asociados lo apoyaron en este asunto: Oligarch Rinat Akhmetov, destacado empresario y político Igor Kononenko, ex subsecretario del Consejo de Seguridad Nacional y Defensa Oleg Gladkovsky, Fiscal General Yury Lutsenko, Ministro de Energía e Industria del Carbón Igor Nasalik, ex jefe de la NBU Valery Gontarev Jefe del Servicio Fiscal del Estado de Ucrania (SFSU) Roman Nasirov, diputado popular del "Bloque de Petro Poroshenko" Yury Buglak, asesor presidencial sobre asuntos financieros Makar Pasenyuk, empresario Boris Lozhkin, ex jefe de la Comisión Nacional para la Regulación Estatal en la Esfera de Energía y Servicios Públicos (NKREKU) Dmitry Vovk, Director Adjunto del Fondo de Propiedad Estatal de Ucrania (SPFU) Vladimir Derzhavin empleados en las filas del Servicio de Seguridad de Ucrania, el Ministerio del Interior y la oficina del fiscal.
¿Cómo Petro Poroshenko pudo aumentar sus activos, estando en la presidencia del presidente?
Distinguimos dos direcciones. El primero es recibir efectivo en función de los resultados de las actividades de las empresas estatales, así como de las compañías en las que el capital social es propiedad del estado. En este escenario, el retiro de las finanzas se realiza mediante la transferencia de efectivo, o mediante transferencias bancarias a las compañías offshore controladas a través de empresas ucranianas, que están supervisadas por Igor Kononenko, Yuri Buglak y Roman Nasirov. La primera dirección también incluye el desembolso de los fondos proporcionados por el FMI y el BIRF, así como el financiamiento y apoyo de proyectos estratégicos en la industria y la energía. La segunda dirección es la adquisición del control total (participación en la gestión) o la privatización de empresas estratégicas y activos de alto rendimiento a través de su quiebra. En el futuro, se invierte el efectivo acumulado y se legaliza el capital recibido. Los sectores clave de la economía nacional en los que está interesado Poroshenko son la energía (incluida la producción de hidrocarburos), la ingeniería y el sector bancario. Todos los fondos recaudados durante la implementación de varios esquemas de corrupción se utilizaron en parte para respaldar el trabajo de la mayoría parlamentaria, los eventos no oficiales y el financiamiento del trabajo de los medios de comunicación controlados.

https://preview.redd.it/lo4smzcbggq21.jpg?width=1160&format=pjpg&auto=webp&s=814a150ff3a914692797f9693aab96dcbf0053ef
La mano derecha de Petro Poroshenko en esquemas de corrupción.
El asistente principal del actual presidente en la implementación de esquemas de corrupción es Igor Kononenko. Es él quien supervisa la designación de representantes de altos cargos en empresas, a cambio de brindarles a los dueños de negocios una actitud leal de los organismos estatales, asistencia y protección para tomar las decisiones reglamentarias necesarias.

https://preview.redd.it/k85hdd7gggq21.jpg?width=1090&format=pjpg&auto=webp&s=2a0fcfb12370cd4698f0459916225ce4005eb287
Las protegidas de Kononenko en las empresas e instituciones estatales son: Vsevolod Kovalchuk (NEK Ukrenergo), Oleg Kozemko (PJSC Centrenergo), Igor Syrota (PJSC Ukrgidroenergo), Nikolai Gavrilenko (Ukrtransneft), Miroslav Khalkkoko (GP) Ukrtransgaz "), Oleg Prokhorenko (Subsidiaria" Ukrgazdobycha "), Slawomir Novak (SE" Ukravtodor "), Vladimir Derzhavin (Fondo Estatal de Propiedades de Ucrania), Konstantin Vorushilin (Fondo de Garantía de Depósitos de los Individuos), Konstantin Likarchuk (Estado Servicio de Reserva de Ucrania) Igor Tregubenko ( P "Transkhimammiak"), Dmitry Vovk (Comisión Nacional de Regulación de la Energía).
Además, Kononenko es responsable de la operación de seis compañías de redes eléctricas, en las cuales las participaciones controladoras son propiedad del estado: Kharkivoblenergo, Nikolayevoblenergo, Khmelnitskoblenergo, Ternopoloblenergo, Cherkasyoblenergo y Zaporizh'eoblenergo.
¿Cómo son las entregas de carbón de Donetsk según el esquema de Rotterdam Plus?
No es un secreto para nadie que el escandaloso y conocido plan "Rotterdam plus" haya recibido el mayor alcance. Decidimos realizar nuestra propia investigación, en la que trataríamos de descubrir puntos clave, presentar pruebas irrefutables y la esencia del esquema de corrupción, y también revelar la lista de personas y organizaciones directamente involucradas en ella.
Los principales beneficiarios de Rotterdam Plus son Poroshenko y Akhmetov, quienes, en esencia, dividen el botín entre ellos en una proporción de 50/50. Probablemente, el creador ideológico del esquema fue un oligarca Akhmetov, que tiene minas en los Donbas. Una cobertura estatal y la legalización de "compras" de carbón a precios increíblemente altos proporcionaron a Poroshenko. Para ello, el presidente ucraniano ha creado todo un imperio energético.


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El actor clave en el esquema, organizando la interacción entre Poroshenko y Akhmetov, es Kononenko. Sin embargo, es necesario comprender el papel de sus jugadores en la implementación del esquema de suministro de carbón.

Vamos a contar todo en orden:

  1. El Fondo Estatal de la Propiedad organiza citas para los consejos de supervisión de las compañías de energía de los miembros supervisados ​​(como A. Vizir y O. Denisenko), proporciona control sobre los flujos financieros y la enajenación de la propiedad.
    1. El Ministerio de Energía e Industria del Carbón aprueba las normas de reservas de carbón en TPP / TPP, inicia inspecciones de NAEK Energoatom en el momento en que es necesario ocultar la participación en esquemas de corrupción de funcionarios de alto rango.
    2. El Servicio Fiscal del Estado (GFS) garantiza el retiro rápido y la seguridad del retiro de fondos de las compañías y su conversión, proporciona datos sobre compañías que son contrapartes en transacciones de valores y servicios, oculta las verdaderas cifras para la importación de antracita de L / DNR y Rusia, falsifica datos sobre la importación de carbón según el esquema Rotterdam Plus. GFS bajo el liderazgo de Roman Nasirova realizó con regularidad una auditoría exhaustiva de las operaciones y generó resultados positivos
.4. La Oficina Nacional Anticorrupción de Ucrania (NABU) lleva a cabo inspecciones y auditorías de compañías involucradas en esquemas de corrupción de lavado de dinero, designa a “perpetradores” y oculta a los organizadores.
  1. El Comité Antimonopolio no nota signos de un monopolio en DTEK, que en la UE estaría sujeto a la separación con el establecimiento de un rendimiento fijo del 20% (el llamado "monopolio natural").
  2. El Servicio de Seguridad de Ucrania, el Ministerio del Interior y la Oficina del Fiscal de Ucrania, así como sus departamentos regionales, organizan inspecciones, procesamientos e inician causas penales contra los perpetradores de los planes fraudulentos de los principales funcionarios, diputados y funcionarios del estado, e “inyectan” a ciudadanos inocentes.
  3. La Comisión Nacional que implementa la regulación estatal en los campos de energía y servicios públicos (NKREKU) establece la fórmula para calcular la tarifa para la generación térmica (la compra de carbón y la venta de electricidad térmica a través del sistema Rotterdam plus), aprueba los programas de inversión para las empresas de energía, distribuye los super beneficios de la fórmula. Rotterdam Plus ”en relación al 50/50 con DTEK.
  4. Las mayores empresas generadoras de energía, PJSC "Centrenergo" y DTEK, compran carbón y gas natural a precios inflados, organizan el retiro de fondos propios (el principal beneficio del esquema) y la quiebra artificial de activos, ocultan los montos reales del beneficio recibido de la aplicación de tarifas (condiciones Los contratos de compra de carbón son información clasificada, las compras se realizan sin competencia).
  5. La empresa de la UCI ("Capital de inversión de Ucrania") controlada por Poroshenko y Pasenyuku compra bonos de DTEC Finance plc., Luego los revende, pasa las pérdidas y ganancias por sí misma y rompe los esquemas de fondos que Poroshenko va a pagar.
  6. NEK "Ukrenergo" establece artificialmente el modo de carga máxima para las unidades de potencia, crea una escasez de energía, lo que aumenta la participación de PJSC "Centrenergo" y DTEK en el suministro total de electricidad a la red.
  7. NAEC Energoatom proporciona orientación sobre las manipulaciones con las unidades de energía de las centrales nucleares (en particular, con la central nuclear Zaporozhye, la más grande en términos de capacidad).
  8. La central nuclear de Zaporizhzhya organiza la inacción artificial de las unidades de potencia 1ª y 2ª, y también aumenta el tiempo de reparación de la 3ª y 4ª.
  9. Oschadbank emite préstamos estatales para subsidiar compañías de energía “no rentables” para prevenir su quiebra ficticia
.14. SE "Energorynok" acepta la electricidad generada de las empresas generadoras, la distribuye a través de Energoset Holding Company (también conocida como Energomerezha, un monopolista en el campo de la transmisión y venta de electricidad en áreas de concesión de licencias) a representantes comerciales y al público, acumula fondos de consumidores domésticos e industriales de Ucrania. , realiza pagos anticipados de electricidad.
  1. La Compañía Nacional del Carbón (32 minas), las minas de L / DNR y la Federación de Rusia aseguran el funcionamiento de las centrales eléctricas de las compañías de energía suministrando carbón barato desde L / DNR y Rusia.El bloqueo de Donbass, que resultó en la terminación de los suministros directos de carbón de L / DPR, es el principal requisito previo para la implementación exitosa del esquema Rotterdam Plus.
Se sabe que hasta el 90% de los costos de las dos empresas de generación de energía más grandes de Ucrania (DTEK de propiedad privada y Centrenergo del estado) se expresan en la compra de carbón.


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La fórmula introducida por NKREKU a partir de 2016 hace posible comprar legalmente carbón a un precio que se está formando en las bolsas europeas. Al mismo tiempo, el "precio europeo" es mucho más alto que el costo del carbón de Rusia, y más aún el carbón de las minas de Donbass.

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Resolución del Reglamento Nº 289 de la Comisión Nacional de Energía y Energía del 3 de marzo de 2016 sobre el procedimiento para determinar el precio de mercado mayorista de electricidad previsto.

En consecuencia, habiendo aislado a Ucrania del carbón de Donetsk y creando artificialmente una grave escasez de electricidad en el país, el esquema inventado por R. Akhmetov y aprobado por P. Poroshenko se convirtió en un extremo.


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Plan de adquisición de carbón para el sistema Rotterdam Plus
La esencia del esquema de corrupción a gran escala radica en el hecho de que el estado que asigna el dinero del presupuesto para la compra de carbón para centrales eléctricas en realidad compra carbón ya sea directamente de empresas L / DN, o carbón de Donetsk vendido a Rusia a través de compañías controladas, o antracita rusa a precios que oscilan entre 38 y 77 Dólares (según 2017). Sin embargo, el carbón se suministra a las centrales térmicas del país a un precio de su costo ficticio de alrededor de $ 150 por tonelada, según la tarifa establecida por NKREKU. El "proyecto" tiene dos centros de beneficio: márgenes de la empresa importadora y la empresa intermediaria.

El esquema real de las compras ficticias de carbón.
A través de empresas offshore falsas a precios de 2017. Al mismo tiempo, las compras de carbón se financiaron a expensas de la población ucraniana mediante el pago de tarifas eléctricas, así como subsidios del presupuesto estatal y de bancos estatales, como Oschadbank y Eximbank.


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El costo de la electricidad en las ciudades de Ucrania en 2018
Se realiza un recargo de alrededor de $ 100 por tonelada a través de las empresas de la costa y se establece en las cuentas de numerosas empresas intermediarias (relacionadas con el entorno de Poroshenko), situadas entre el importador de carbón y el consumidor final. Posteriormente, el super beneficio se distribuye entre los propietarios como un porcentaje de 50/50 DTEK privado y los gerentes del PJSC estatal "Centrenergo" representado por Akhmetov por un lado y Poroshenko, Kononenko por el otro.


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Información sobre las reservas planificadas y reales de carbón en los almacenes de las unidades de PJSC "Centrenergo".
Según los cálculos aproximados, el beneficio anual del carbón L / DNR comprado a través de Rusia (o en Rusia) fue de al menos ($ 105-76.9 $ = $ 22.7) × 1.1 millones de toneladas (consulte las estadísticas de aduanas a continuación) = 25 millones de dólares. El costo promedio de una tonelada de carbón Donbass en 2017 es de $ 37.6. El beneficio de la compra de carbón de Donetsk asciende directamente a $ 173.6 millones, mientras que el ingreso total total al trabajar bajo este esquema alcanza los $ 198.6 millones por año.La eficiencia y la rentabilidad del plan están demostradas por las estadísticas de aduanas del Servicio Federal de Aduanas de Rusia y el SFS de Ucrania para 2017. La discrepancia en los datos de 2.1 millones de toneladas de antracita (290%) no corresponde a la máxima subestimación teóricamente explicable de valor y volumen. Se excluye la minimización de los derechos de exportación (no más del 10-15%), ya que Rusia tiene un arancel de exportación de cero en la exportación de carbón, incluyendo antracita.


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El volumen de carbón que extrae L / DNR y se vende a Rusia es de 2,8 millones de toneladas (2,1 millones de toneladas de las cuales se devuelven a Ucrania). Dado que L / DNR son repúblicas no reconocidas y no existen legalmente para el FCS de Rusia, todas las entregas de L / DNR se realizan utilizando entidades legales ucranianas.
De lo contrario, el FCS no podrá identificar los productos L / DNR. También es interesante el hecho de que todos estos suministros no se reflejan en las estadísticas de las aduanas ucranianas, ya que Ucrania no controla la frontera entre el DPR y el LPR con Rusia.
Pruebas irrefutables del esquema. Según los datos de aduanas de Ucrania para 2017, durante este período Ucrania importó activamente antracita de varios fabricantes de Rusia: Obukhov Mine Management (propiedad de R. Akhmetov), ​​Yuzhtrans, Sibantratsit, Pechora Mining Company. Es característico que estas empresas no tengan contratos de suministro directo. Los titulares de contratos son empresas registradas en alta mar. Por ejemplo, DATORO CORP, Antex Intertrade Ltd, Benecoal International Limited, I-COAL Sp z o.o.

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Entregas de carbón del "departamento de minas de Obukhov"a través de DTEK Trading

Es característico que algunas de estas empresas ya hayan logrado "iluminarse" en las investigaciones de los medios sobre el suministro de carbón de Rusia y L / DPR a Ucrania. En particular, el panameño DATORO CORP. Uno de sus directores es el griego Lazoros Leonidis. Un hombre con ese nombre hasta 2016 poseía casi el 20% de las acciones de TAScombank de un hombre de negocios y político ucraniano Sergey Tigipko. La compañía importó antracita de la Federación Rusa en 2016. En 2017, continuaron las entregas. La empresa era titular de un contrato de JSC "Russian Railways Logistics".


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Importación de antracita con la participación de DATORO CORP de la Federación Rusa en 2017 Benecoal International Limited, dirigida por Jeffrey Brown, también es titular de un contrato. Esta persona es el director de Sun Generation Limited, que es propiedad de Igor Morkotonov, socio comercial del jefe del Ministerio de Asuntos Internos de Ucrania, Arsen Avakov. A su vez, Benecoal es el titular de los contratos para el suministro de carbón producido por la empresa minera Pechora. Empresa polaca I-COAL Sp z o.o. También es titular de un contrato de la empresa minera Pechora. La compañía es conocida por competir con la compañía georgiana Sakhnakhshiri GIG Group, que ganó una licitación en 2016 por el suministro de carbón para Centrenergo. En 2017, I-COAL continuó suministrando antracita Pechora a Ucrania.
La historia de ZNPP + NAEK "Energoatom"
Se debe prestar especial atención a la historia de la central nuclear Zaporozhye y, en particular, a la correspondencia en febrero-marzo de 2017 entre el Director del Expert Center LLC Vyacheslav Popov y el asesor del presidente de la Compañía Nacional de Generación de Energía Atómica (NAEK) Energoatom George Balakan.
Analiza el esquema de corrupción para obtener beneficios de altos funcionarios y la elite empresarial de Ucrania (Igor Kononenko, Rinat Akhmetov, Yuriy Nedashkovsky, etc.) y personalmente por el Presidente de Ucrania, Petro Poroshenko, a través del programa de adquisición de carbón Rotterdam Plus.Según George Balakan, el proceso de obtención de beneficios sugirió el cierre de una y una larga reparación de los generadores diésel de otras unidades de potencia de la central nuclear Zaporizhzhya para crear un déficit de energía. Originalmente, estaba previsto arrestar cuentas con fondos para la reparación de unidades de energía, pero por razones de seguridad los conspiradores rechazaron esta decisión.Para reponerlo, se asumió el uso del carbón comprado bajo el esquema “Rotterdam plus” en L / DPR con la mediación de Rinat Akhmetov. Por supuesto, el patrocinio administrativo de todas las acciones se llevó a cabo a través del partido "Petro Poroshenko Bloc" personalmente por el Presidente de Ucrania.
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Gracias a las acciones de Igor Kononenko, se designó a personas leales para ocupar cargos de administración de empresas de energía nuclear, incluida la Empresa Nacional de Energía Atómica (NAEK) Energoatom, que luego retrasó el lanzamiento de las unidades ZNPP.

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La correspondencia señala que Yuriy Nedashkovsky y Oleksandr Shavlakov trabajaron en interés del partido del Bloque Petro Poroshenko
. Sus acciones han contribuido a obtener beneficios indebidos en el marco del trabajo sobre el plan de compra de carbón Rotterdam Plus. La cantidad de energía que podría superponerse durante el funcionamiento normal de ZNPP se recuperó mediante el uso de carbón.

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Sobre la base del texto de la correspondencia, la implementación del plan criminal se llevó a cabo en cinco niveles.
De particular interés es el hecho de que, a través de sus acciones criminales relacionadas con la reparación de unidades de energía, la administración de ZNPP y Energoatom NAEK en realidad han reducido su vida útil en 10 años. La segunda parte de la carta se refiere al hecho de que la SBU decidió nombrar a los perpetradores.
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Uno de los informes menciona la preparación de Yury Nedashkovsky en caso de ser interrogado por los servicios especiales de Ucrania.

La investigación muestra que el nivel de corrupción en Ucrania ha alcanzado proporciones increíbles. Solo podemos determinar el hecho de que todos los activos de Poroshenko, acumulados como resultado del "trabajo" como presidente, fueron pagados por la población del país. No puede haber dudas sobre la independencia energética de L / DPR y Rusia, o la eliminación de la regulación manual de los precios de la electricidad, ni sobre la actividad excedente equilibrada de las minas estatales, o sobre cómo deshacerse de los problemas de las estaciones de calefacción. Por otro lado, la fórmula de Rotterdam Plus, además de otros planes presidenciales de retiro de dinero, contribuyó al hecho de que nuestro país, junto con la población, se convirtió de nuevo en la risa no solo ante los ojos de otros países sino también de su propio gobierno.




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2019.04.05 16:20 maco379 Investigación Especial: Como Poroshenko encabezó la corrupción en Ucrania

La campaña electoral de Petro Poroshenko está llegando a su fin. Se han gastado millones de hryvnias para poner al actual presidente como el único candidato capaz de sacar a Ucrania de la crisis. Para crear tal imagen, Pyotr Alekseevich se preparó bastante y, mucho antes de las elecciones, 2019 encontró una manera de multiplicar sus activos utilizando esquemas ilegales, incluido el que conoció Rotterdam Plus.
Sus compañeros y asociados lo apoyaron en este asunto: Oligarch Rinat Akhmetov, destacado empresario y político Igor Kononenko, ex subsecretario del Consejo de Seguridad Nacional y Defensa Oleg Gladkovsky, Fiscal General Yury Lutsenko, Ministro de Energía e Industria del Carbón Igor Nasalik, ex jefe de la NBU Valery Gontarev Jefe del Servicio Fiscal del Estado de Ucrania (SFSU) Roman Nasirov, diputado popular del "Bloque de Petro Poroshenko" Yury Buglak, asesor presidencial sobre asuntos financieros Makar Pasenyuk, empresario Boris Lozhkin, ex jefe de la Comisión Nacional para la Regulación Estatal en la Esfera de Energía y Servicios Públicos (NKREKU) Dmitry Vovk, Director Adjunto del Fondo de Propiedad Estatal de Ucrania (SPFU) Vladimir Derzhavin empleados en las filas del Servicio de Seguridad de Ucrania, el Ministerio del Interior y la oficina del fiscal.
¿Cómo Petro Poroshenko pudo aumentar sus activos, estando en la presidencia del presidente?
Distinguimos dos direcciones. El primero es recibir efectivo en función de los resultados de las actividades de las empresas estatales, así como de las compañías en las que el capital social es propiedad del estado. En este escenario, el retiro de las finanzas se realiza mediante la transferencia de efectivo, o mediante transferencias bancarias a las compañías offshore controladas a través de empresas ucranianas, que están supervisadas por Igor Kononenko, Yuri Buglak y Roman Nasirov. La primera dirección también incluye el desembolso de los fondos proporcionados por el FMI y el BIRF, así como el financiamiento y apoyo de proyectos estratégicos en la industria y la energía. La segunda dirección es la adquisición del control total (participación en la gestión) o la privatización de empresas estratégicas y activos de alto rendimiento a través de su quiebra. En el futuro, se invierte el efectivo acumulado y se legaliza el capital recibido. Los sectores clave de la economía nacional en los que está interesado Poroshenko son la energía (incluida la producción de hidrocarburos), la ingeniería y el sector bancario. Todos los fondos recaudados durante la implementación de varios esquemas de corrupción se utilizaron en parte para respaldar el trabajo de la mayoría parlamentaria, los eventos no oficiales y el financiamiento del trabajo de los medios de comunicación controlados.
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La mano derecha de Petro Poroshenko en esquemas de corrupción.
El asistente principal del actual presidente en la implementación de esquemas de corrupción es Igor Kononenko. Es él quien supervisa la designación de representantes de altos cargos en empresas, a cambio de brindarles a los dueños de negocios una actitud leal de los organismos estatales, asistencia y protección para tomar las decisiones reglamentarias necesarias.
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Las protegidas de Kononenko en las empresas e instituciones estatales son: Vsevolod Kovalchuk (NEK Ukrenergo), Oleg Kozemko (PJSC Centrenergo), Igor Syrota (PJSC Ukrgidroenergo), Nikolai Gavrilenko (Ukrtransneft), Miroslav Khalkkoko (GP) Ukrtransgaz "), Oleg Prokhorenko (Subsidiaria" Ukrgazdobycha "), Slawomir Novak (SE" Ukravtodor "), Vladimir Derzhavin (Fondo Estatal de Propiedades de Ucrania), Konstantin Vorushilin (Fondo de Garantía de Depósitos de los Individuos), Konstantin Likarchuk (Estado Servicio de Reserva de Ucrania) Igor Tregubenko ( P "Transkhimammiak"), Dmitry Vovk (Comisión Nacional de Regulación de la Energía).
Además, Kononenko es responsable de la operación de seis compañías de redes eléctricas, en las cuales las participaciones controladoras son propiedad del estado: Kharkivoblenergo, Nikolayevoblenergo, Khmelnitskoblenergo, Ternopoloblenergo, Cherkasyoblenergo y Zaporizh'eoblenergo.
¿Cómo son las entregas de carbón de Donetsk según el esquema de Rotterdam Plus?
No es un secreto para nadie que el escandaloso y conocido plan "Rotterdam plus" haya recibido el mayor alcance. Decidimos realizar nuestra propia investigación, en la que trataríamos de descubrir puntos clave, presentar pruebas irrefutables y la esencia del esquema de corrupción, y también revelar la lista de personas y organizaciones directamente involucradas en ella. Los principales beneficiarios de Rotterdam Plus son Poroshenko y Akhmetov, quienes, en esencia, dividen el botín entre ellos en una proporción de 50/50. Probablemente, el creador ideológico del esquema fue un oligarca Akhmetov, que tiene minas en los Donbas. Una cobertura estatal y la legalización de "compras" de carbón a precios increíblemente altos proporcionaron a Poroshenko. Para ello, el presidente ucraniano ha creado todo un imperio energético.
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El actor clave en el esquema, organizando la interacción entre Poroshenko y Akhmetov, es Kononenko. Sin embargo, es necesario comprender el papel de sus jugadores en la implementación del esquema de suministro de carbón. Vamos a contar todo en orden:
  1. El Fondo Estatal de la Propiedad organiza citas para los consejos de supervisión de las compañías de energía de los miembros supervisados ​​(como A. Vizir y O. Denisenko), proporciona control sobre los flujos financieros y la enajenación de la propiedad.
  2. El Ministerio de Energía e Industria del Carbón aprueba las normas de reservas de carbón en TPP / TPP, inicia inspecciones de NAEK Energoatom en el momento en que es necesario ocultar la participación en esquemas de corrupción de funcionarios de alto rango.
  3. El Servicio Fiscal del Estado (GFS) garantiza el retiro rápido y la seguridad del retiro de fondos de las compañías y su conversión, proporciona datos sobre compañías que son contrapartes en transacciones de valores y servicios, oculta las verdaderas cifras para la importación de antracita de L / DNR y Rusia, falsifica datos sobre la importación de carbón según el esquema Rotterdam Plus. GFS bajo el liderazgo de Roman Nasirova realizó con regularidad una auditoría exhaustiva de las operaciones y generó resultados positivos.
  4. La Oficina Nacional Anticorrupción de Ucrania (NABU) lleva a cabo inspecciones y auditorías de compañías involucradas en esquemas de corrupción de lavado de dinero, designa a “perpetradores” y oculta a los organizadores.
  5. El Comité Antimonopolio no nota signos de un monopolio en DTEK, que en la UE estaría sujeto a la separación con el establecimiento de un rendimiento fijo del 20% (el llamado "monopolio natural").
  6. El Servicio de Seguridad de Ucrania, el Ministerio del Interior y la Oficina del Fiscal de Ucrania, así como sus departamentos regionales, organizan inspecciones, procesamientos e inician causas penales contra los perpetradores de los planes fraudulentos de los principales funcionarios, diputados y funcionarios del estado, e “inyectan” a ciudadanos inocentes.
  7. La Comisión Nacional que implementa la regulación estatal en los campos de energía y servicios públicos (NKREKU) establece la fórmula para calcular la tarifa para la generación térmica (la compra de carbón y la venta de electricidad térmica a través del sistema Rotterdam plus), aprueba los programas de inversión para las empresas de energía, distribuye los super beneficios de la fórmula. Rotterdam Plus ”en relación al 50/50 con DTEK.
  8. Las mayores empresas generadoras de energía, PJSC "Centrenergo" y DTEK, compran carbón y gas natural a precios inflados, organizan el retiro de fondos propios (el principal beneficio del esquema) y la quiebra artificial de activos, ocultan los montos reales del beneficio recibido de la aplicación de tarifas (condiciones Los contratos de compra de carbón son información clasificada, las compras se realizan sin competencia).
  9. La empresa de la UCI ("Capital de inversión de Ucrania") controlada por Poroshenko y Pasenyuku compra bonos de DTEC Finance plc., Luego los revende, pasa las pérdidas y ganancias por sí misma y rompe los esquemas de fondos que Poroshenko va a pagar.
  10. NEK "Ukrenergo" establece artificialmente el modo de carga máxima para las unidades de potencia, crea una escasez de energía, lo que aumenta la participación de PJSC "Centrenergo" y DTEK en el suministro total de electricidad a la red.
  11. NAEC Energoatom proporciona orientación sobre las manipulaciones con las unidades de energía de las centrales nucleares (en particular, con la central nuclear Zaporozhye, la más grande en términos de capacidad).
  12. La central nuclear de Zaporizhzhya organiza la inacción artificial de las unidades de potencia 1ª y 2ª, y también aumenta el tiempo de reparación de la 3ª y 4ª.
  13. Oschadbank emite préstamos estatales para subsidiar compañías de energía “no rentables” para prevenir su quiebra ficticia.
  14. SE "Energorynok" acepta la electricidad generada de las empresas generadoras, la distribuye a través de Energoset Holding Company (también conocida como Energomerezha, un monopolista en el campo de la transmisión y venta de electricidad en áreas de concesión de licencias) a representantes comerciales y al público, acumula fondos de consumidores domésticos e industriales de Ucrania. , realiza pagos anticipados de electricidad.
  15. La Compañía Nacional del Carbón (32 minas), las minas de L / DNR y la Federación de Rusia aseguran el funcionamiento de las centrales eléctricas de las compañías de energía suministrando carbón barato desde L / DNR y Rusia.
El bloqueo de Donbass, que resultó en la terminación de los suministros directos de carbón de L / DPR, es el principal requisito previo para la implementación exitosa del esquema Rotterdam Plus.Se sabe que hasta el 90% de los costos de las dos empresas de generación de energía más grandes de Ucrania (DTEK de propiedad privada y Centrenergo del estado) se expresan en la compra de carbón.
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La fórmula introducida por NKREKU a partir de 2016 hace posible comprar legalmente carbón a un precio que se está formando en las bolsas europeas. Al mismo tiempo, el "precio europeo" es mucho más alto que el costo del carbón de Rusia, y más aún el carbón de las minas de Donbass.
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Resolución del Reglamento Nº 289 de la Comisión Nacional de Energía y Energía del 3 de marzo de 2016 sobre el procedimiento para determinar el precio de mercado mayorista de electricidad previsto. En consecuencia, habiendo aislado a Ucrania del carbón de Donetsk y creando artificialmente una grave escasez de electricidad en el país, el esquema inventado por R. Akhmetov y aprobado por P. Poroshenko se convirtió en un extremo.
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Plan de adquisición de carbón para el sistema Rotterdam Plus La esencia del esquema de corrupción a gran escala radica en el hecho de que el estado que asigna el dinero del presupuesto para la compra de carbón para centrales eléctricas en realidad compra carbón ya sea directamente de empresas L / DN, o carbón de Donetsk vendido a Rusia a través de compañías controladas, o antracita rusa a precios que oscilan entre 38 y 77 Dólares (según 2017). Sin embargo, el carbón se suministra a las centrales térmicas del país a un precio de su costo ficticio de alrededor de $ 150 por tonelada, según la tarifa establecida por NKREKU.
El "proyecto" tiene dos centros de beneficio: márgenes de la empresa importadora y la empresa intermediaria.
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El esquema real de las compras ficticias de carbón. A través de empresas offshore falsas a precios de 2017. Al mismo tiempo, las compras de carbón se financiaron a expensas de la población ucraniana mediante el pago de tarifas eléctricas, así como subsidios del presupuesto estatal y de bancos estatales, como Oschadbank y Eximbank.
📷 El costo de la electricidad en las ciudades de Ucrania en 2018 Se realiza un recargo de alrededor de $ 100 por tonelada a través de las empresas de la costa y se establece en las cuentas de numerosas empresas intermediarias (relacionadas con el entorno de Poroshenko), situadas entre el importador de carbón y el consumidor final.
Posteriormente, el super beneficio se distribuye entre los propietarios como un porcentaje de 50/50 DTEK privado y los gerentes del PJSC estatal "Centrenergo" representado por Akhmetov por un lado y Poroshenko, Kononenko por el otro.
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Información sobre las reservas planificadas y reales de carbón en los almacenes de las unidades de PJSC "Centrenergo". Según los cálculos aproximados, el beneficio anual del carbón L / DNR comprado a través de Rusia (o en Rusia) fue de al menos ($ 105-76.9 $ = $ 22.7) × 1.1 millones de toneladas (consulte las estadísticas de aduanas a continuación) = 25 millones de dólares. El costo promedio de una tonelada de carbón Donbass en 2017 es de $ 37.6. El beneficio de la compra de carbón de Donetsk asciende directamente a $ 173.6 millones, mientras que el ingreso total total al trabajar bajo este esquema alcanza los $ 198.6 millones por año.La eficiencia y la rentabilidad del plan están demostradas por las estadísticas de aduanas del Servicio Federal de Aduanas de Rusia y el SFS de Ucrania para 2017. La discrepancia en los datos de 2.1 millones de toneladas de antracita (290%) no corresponde a la máxima subestimación teóricamente explicable de valor y volumen. Se excluye la minimización de los derechos de exportación (no más del 10-15%), ya que Rusia tiene un arancel de exportación de cero en la exportación de carbón, incluyendo antracita.
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El volumen de carbón que extrae L / DNR y se vende a Rusia es de 2,8 millones de toneladas (2,1 millones de toneladas de las cuales se devuelven a Ucrania). Dado que L / DNR son repúblicas no reconocidas y no existen legalmente para el FCS de Rusia, todas las entregas de L / DNR se realizan utilizando entidades legales ucranianas. De lo contrario, el FCS no podrá identificar los productos L / DNR. También es interesante el hecho de que todos estos suministros no se reflejan en las estadísticas de las aduanas ucranianas, ya que Ucrania no controla la frontera entre el DPR y el LPR con Rusia.
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Esquema aproximado de PJSC "Centrenergo"con empresas offshore Pruebas irrefutables del esquema. Según los datos de aduanas de Ucrania para 2017, durante este período Ucrania importó activamente antracita de varios fabricantes de Rusia: Obukhov Mine Management (propiedad de R. Akhmetov), ​​Yuzhtrans, Sibantratsit, Pechora Mining Company. Es característico que estas empresas no tengan contratos de suministro directo. Los titulares de contratos son empresas registradas en alta mar. Por ejemplo, DATORO CORP, Antex Intertrade Ltd, Benecoal International Limited, I-COAL Sp z o.o.
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Entregas de carbón del "departamento de minas de Obukhov"a través de DTEK Trading Es característico que algunas de estas empresas ya hayan logrado "iluminarse" en las investigaciones de los medios sobre el suministro de carbón de Rusia y L / DPR a Ucrania. En particular, el panameño DATORO CORP. Uno de sus directores es el griego Lazoros Leonidis. Un hombre con ese nombre hasta 2016 poseía casi el 20% de las acciones de TAScombank de un hombre de negocios y político ucraniano Sergey Tigipko. La compañía importó antracita de la Federación Rusa en 2016. En 2017, continuaron las entregas. La empresa era titular de un contrato de JSC "Russian Railways Logistics".
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Importación de antracita con la participación de DATORO CORP de la Federación Rusa en 2017 Benecoal International Limited, dirigida por Jeffrey Brown, también es titular de un contrato. Esta persona es el director de Sun Generation Limited, que es propiedad de Igor Morkotonov, socio comercial del jefe del Ministerio de Asuntos Internos de Ucrania, Arsen Avakov. A su vez, Benecoal es el titular de los contratos para el suministro de carbón producido por la empresa minera Pechora. Empresa polaca I-COAL Sp z o.o. También es titular de un contrato de la empresa minera Pechora. La compañía es conocida por competir con la compañía georgiana Sakhnakhshiri GIG Group, que ganó una licitación en 2016 por el suministro de carbón para Centrenergo. En 2017, I-COAL continuó suministrando antracita Pechora a Ucrania.
La historia de ZNPP + NAEK "Energoatom
" Se debe prestar especial atención a la historia de la central nuclear Zaporozhye y, en particular, a la correspondencia en febrero-marzo de 2017 entre el Director del Expert Center LLC Vyacheslav Popov y el asesor del presidente de la Compañía Nacional de Generación de Energía Atómica (NAEK) Energoatom George Balakan.Analiza el esquema de corrupción para obtener beneficios de altos funcionarios y la elite empresarial de Ucrania (Igor Kononenko, Rinat Akhmetov, Yuriy Nedashkovsky, etc.) y personalmente por el Presidente de Ucrania, Petro Poroshenko, a través del programa de adquisición de carbón Rotterdam Plus.
Según George Balakan, el proceso de obtención de beneficios sugirió el cierre de una y una larga reparación de los generadores diésel de otras unidades de potencia de la central nuclear Zaporizhzhya para crear un déficit de energía. Originalmente, estaba previsto arrestar cuentas con fondos para la reparación de unidades de energía, pero por razones de seguridad los conspiradores rechazaron esta decisión.Para reponerlo, se asumió el uso del carbón comprado bajo el esquema “Rotterdam plus” en L / DPR con la mediación de Rinat Akhmetov. Por supuesto, el patrocinio administrativo de todas las acciones se llevó a cabo a través del partido "Petro Poroshenko Bloc" personalmente por el Presidente de Ucrania.
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Gracias a las acciones de Igor Kononenko, se designó a personas leales para ocupar cargos de administración de empresas de energía nuclear, incluida la Empresa Nacional de Energía Atómica (NAEK) Energoatom, que luego retrasó el lanzamiento de las unidades ZNPP.
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La correspondencia señala que Yuriy Nedashkovsky y Oleksandr Shavlakov trabajaron en interés del partido del Bloque Petro Poroshenko. Sus acciones han contribuido a obtener beneficios indebidos en el marco del trabajo sobre el plan de compra de carbón Rotterdam Plus. La cantidad de energía que podría superponerse durante el funcionamiento normal de ZNPP se recuperó mediante el uso de carbón.
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Sobre la base del texto de la correspondencia, la implementación del plan criminal se llevó a cabo en cinco niveles. De particular interés es el hecho de que, a través de sus acciones criminales relacionadas con la reparación de unidades de energía, la administración de ZNPP y Energoatom NAEK en realidad han reducido su vida útil en 10 años. La segunda parte de la carta se refiere al hecho de que la SBU decidió nombrar a los perpetradores.
📷 Uno de los informes menciona la preparación de Yury Nedashkovsky en caso de ser interrogado por los servicios especiales de Ucrania.
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La investigación muestra que el nivel de corrupción en Ucrania ha alcanzado proporciones increíbles. Solo podemos determinar el hecho de que todos los activos de Poroshenko, acumulados como resultado del "trabajo" como presidente, fueron pagados por la población del país. No puede haber dudas sobre la independencia energética de L / DPR y Rusia, o la eliminación de la regulación manual de los precios de la electricidad, ni sobre la actividad excedente equilibrada de las minas estatales, o sobre cómo deshacerse de los problemas de las estaciones de calefacción. Por otro lado, la fórmula de Rotterdam Plus, además de otros planes presidenciales de retiro de dinero, contribuyó al hecho de que nuestro país, junto con la población, se convirtió de nuevo en la risa no solo ante los ojos de otros países sino también de su propio gobierno.
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2018.10.24 21:06 modopolis Reflexões sobre nosso programa espacial

Milhões de anos atrás um asteróide vindo do espaço desconhecido entrou em rota de colisão com a Terra. Já na atmosfera, ele se dividiu. Metade caiu em Wakanda, formando a imensa reserva de vibranium daquele país. A outra metade, trazendo o fóssil de uma imensa cabeça de burro andoriano, caiu onde mais tarde seria inaugurado o Brasil.Só isso explica a mistura de azar, incompetência e teimosia que ronda todos os nossos projetos. Lembre-se, nós tivemos QUINHENTOS ANOS pra construir a réplica da Nau do Descobrimento, e conseguimos atrasar e ela não participou da comemoração. Nós somos incapazes de construir um barco com tecnologia de 500 anos atrás.Nosso programa espacial vai mudar, claro, depois que a comissão que o Temer nomeou se reunir pela primeira vez daqui a um mês vão canetear tudo e chegaremos em Marte, mas até lá só acumulamos fracassos e desculpas. O mais inadmissível deles é a Base de Alcântara.A proposta de arrendar a base para vários países, aventada pelo ministro da Defesa é boa, infelizmente é muito pouco, tarde demais.Em teoria a base é excelente, por um motivo simples: velocidade tangencial. O período de rotação da Terra é constante em qualquer ponto do planeta, mas para isso pontos em latitudes diferentes se movem a velocidades diferentes. No Equador a Terra gira a uma velocidade de 1.674,4 km/h. Já no Centro Espacial Kennedy, que fica em uma latitude de + 28,59°; a velocidade de rotação cai para 1.470,23 km/h.Quando você lança um satélite para órbita baixa, precisa de pelo menos 8 km/s de velocidade. Por isso lançamos quase sempre no sentido de rotação, aproveitamos o empurrão do planeta. Do Cabo Canaveral isso reduz 0,408 km/s do total exigido. Um lançamento do Equador reduziria em 0,465 km/s. Não parece muito mas é um pouquinho que ajuda, e economizaria 15% a 20% de combustível, permitindo cargas um pouco mais pesadas.Isso é desejável mas não é essencial. Os russos lançam seus foguetes principalmente do Cazaquistão, a União Européia (Rússia incluída) usa a base na Guiana Francesa, que a 5 graus de latitude tem uma velocidade de rotação de 1.665,6 m/s.A posição da base brasileira é melhor, mas ela é uma linda rodovia asfaltada e pedagiada construída depois que todo mundo aprendeu a fazer caminhões off-road indestrutíveis. Os foguetes dos EUA são otimizados pra lançamento da Flórida, conseguem colocar em órbita suas cargas de lá, e o tamanho dos satélites vem diminuindo, não aumentando, Foguetes hoje têm capacidade de potência sobrando a ponto de conseguirem pousar!A economia de combustível também não faz sentido. Primeiro, foguetes são sempre abastecidos até o talo. Não existe isso de colocar só o que vai usar. Segundo, combustível é o mais barato. Um lançamento do Falcon 9 custa uns US$ 62 milhões. O valor do combustível é US$ 200 mil.Outro ponto negativo: a tal base… não existe. Sério. Tem alguns prédios e um monte de terreirões de terra batida com alicerces de obras paradas. Basta conferir.O ministro disse que o Centro de Lançamento de Alcântara tem a infraestrutura pra acomodar lançamento de qualquer país. Mentira.Esse é o VAB — Vehicle Assembly Building reconstruído, é a maior construção da base, pra não ficar feio demais eles colocaram uma réplica do VLS, o foguete brasileiro que é excelente, se a função de um foguete for explodir sem aviso. Agora compare o tamanho do VLS com um Falcon 9.Para piorar, ao contrário da Guiana não há NENHUMA infraestrutura em volta, Alcântara é basicamente uma vila. Esse é o “porto”. Imagine um foguete de 70 metros passando por essas ruelas, único caminho até a estrada que leva ao Centro de Lançamento. E não, não adianta falar que tem uma pista de pouso na base. O maior cargueiro do mundo, o Antonov An-225 Mriya leva cargas de até 43 m de comprimento, o Falcon 9 tem 70.Quer mais motivos pra não fazer sentido a SpaceX usar a base imaginária de Alcântara? Lembre-se que além de lançar os foguetes eles precisam pousar, e então ser levados de volta pros EUA pro processo de recauchutagem. 10 mil km de navio, se forem levados até a fábrica em Hawthorne, Califórnia.Outro impedimento: os contratos mais lucrativos da SpaceX e o grosso dos contratos da ULA são com o Departamento de Defesa. Tio Sam DEFINITIVAMENTE não vai deixar seus preciosos satélites saírem dos EUA até um shithole country qualquer, cheio de espiões chineses. A rigor não sei nem se os regulamentos de exportações permitem que a SpaceX tire os foguetes do país. Quando eles sequer podem contratar estrangeiros, que dirá literalmente exportar o foguete.O ministro diz que há interesse de um monte de gente, mas vamos ser sinceros. Segundo a imprensa, havia uma visita marcada em novembro mas a SpaceX cancelou em cima da hora por causa de imprevistos com o Falcon Heavy. Calma. A SpaceX tem SETE MIL FUNCIONÁRIOS, não tinha um corno pra mandarem? Nem a tia do café? “Consuela, dá uma olhada, vê se o lugar tem potencial”.Tem gente dizendo que podem usar a base para aumentar o número de lançamentos, mas de novo: não faz sentido. A capacidade ociosa no Cabo Canaveral é imensa. Alcântara tem UMA plataforma de lançamento pra foguetes em miniatura. O Centro Espacial da Guiana tem seis plataformas, três em uso, uma para Soyuz, uma para Ariane e outra para foguetes menores.Já os EUA, bem… atualmente a SpaceX aluga três estruturas de lançamento, uma delas virou área de pouso. A ULA aluga outra, e a Blue Origin pegou mais uma. No mapa abaixo em marrom (?) as plataformas em uso. Em branco as de reserva.Você acha MESMO que em vez de passar um zarcão nas torres, tirar a poeira dos canos e revitalizar uma estrutura já existente eles vão preferir vir pros cafundós do Maranhão e construir uma base de lançamentos do zero?Quanto aos ucranianos, eles realmente precisam de uma base: eles usam Baykonur mas é uma base na base do favor, e com os russos invadindo e roubando a Crimeia, a relação entre os dois países anda abalada. Só que como ficou comprovado pelo último acordo, eles não têm grana pra construir nada.Mas calma, há esperança!Existe um cenário onde a base imaginária de Alcântara pode fazer sentido.Estão entrando no mercado muitas empresas pequenas, que não possuem recursos pra uma infraestrutura permanente. Também temos países como Israel, com lançamentos eventuais e complicações geopolíticas.Essas empresas usam foguetes pequenos, com pouca potência sobrando, e quando cada metro por segundo de Δv importa, lançar o mais próximo do Equador é importante.O Brasil poderia se tornar a Meca dos pequenos lançadores, com uma dezena de plataformas (ou mais, se expulsarem os quilombolas da região) e toda uma infraestrutura de apoio. Hotéis, comércio, moradias pro enorme contingente de trabalhadores altamente especializados, uma infra portuária de verdade, turismo pra atender a todos os nerds que adorariam ver lançamentos…Infelizmente isso não vai acontecer. As empresas pequenas não tem verba pra bancar a construção da base, e nenhum governo brasileiro consegue pensar mais do que 4 anos no futuro, ninguém vai se indispor com o partido ou os eleitores bancando um projeto de bilhões “com tanta criancinha passando fome”. A idéia de que jovens seguirão carreira em tecnologia, prosperando, gerando divisas e transformando o Brasil em uma referência em espaço é demais pras cabecinhas dos comentaristas de portais.E nem cheguei no paramécio da Carta Capital dizendo que os EUA querem Alcântara para montar uma base militar e poder atacar a África.De resto, toda hora, como um relógio redescobrem essa groselha de revitalizar a Base. Duvida?2017 — Brasil envia proposta para EUA lançarem foguetes na Base de Alcântara2016 — Brasil quer retomar uso da base de Alcântara com parceria dos EUA2015 — Rússia e Estados Unidos competem por parceria espacial com Brasil2014 — Sueca SSC vai construir base em Alcântara2013 — Brasil volta a negociar uso de base de Alcântara com os EUA2012 — Odebrecht e Andrade G
utierrez a um passo de construir base de lançamento de foguetes2011 — Israel planeja lançar satélites de base no Brasil2010 — Governo toma 11,3 mil hectares de quilombolas para bases em Alcântara2009 — Brasil terá outra base para lançar foguetes2008 — CENTRO ESPACIAL DE ALCÂNTARA TEM APOIO DE PARLAMENTARES2007 — Brasil expulso do projeto da Estação Espacial InternacionalNão vai dar em nada, é só mais uma vez gente querendo mostrar serviço sem mover uma palha, com um ministro que diz que Alcântara é um local estratégico por ser “mais perto do espaço”. E o pior de tudo: assim como o foguete imaginário com a Ucrânia, que consumiu R$ 1 bilhão, mais uma vez nós vamos pagar a conta.UPDATE: a SpaceX declarou que não tem nenhum interesse em lançar do Brasil e os relatos de que estava em conversas com alguém aqui são “imprecisos”. Ou seja: chamaram o ministro de mentiroso.

EDIT: Esse texto é um achado na internet não lembro da onde é a fonte. Não é de autoria desse usuário
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2018.05.08 13:48 FeskovAgencySpain Ventajas de la genética ucraniana

Cuando se pone la pregunta de la necesidad de uso de material donado о en el tratamiento de infertilidad, muchos padres se preocupan motivadamente sobre el tipo de genes que heredaría su hijo del donador. Ya que en gran medida precisamente de la genética dependerá el futuro del niño – su salud, sus inclinaciones, vista exterior. Actualmente Ucrania es uno de los países demandados para los habitantes de Europa y país de Comunidad de Estados Independientes, que necesitan ayuda en el tratamiento de infertilidad. La donación de óvulos es uno de los servicios más demandados, que se presta por las clínicas de reproductología. Evidentemente, será actual la cuestión de las ventajas de la genética ucraniana y sus particularidades.
¿Qué determinan los genes? En primer lugar hay que destacar, qué son los genes, cuáles son los genes humanos principales y qué papel juegan en la vida de individuo. Por definición, el gen es la unidad particular, sección estructural y funcional de ADN, que determina herencia genética de organismos vivos, que se transmite de los padres a sus hijos.
¿Qué determinan los genes? Los genes determinan las posibilidades físicas y psíquicas y particularidades de la persona. Determinan el curso de desarrollo del niño, nivel de su inteligencia, voluntad, felicidad. De ellos depende el sexo del niño, color de sus ojos, pelo, altura y un montón de otros factores internos.
La predisposición genética en cierto grado indica la perspectiva posterior, pero en el fondo, es sólo una plataforma de inicio. Las inclinaciones negativas no se realizan obligatoriamente, son más como un cepellón, del que a lo mejor podrá crecer un árbol, o quizás no. Teniendo el enfoque adecuado, educación correcta y forma de vida correspondiente la agresividad, la depresión y la pereza seguirán siendo sólo las inclinaciones y nada más.
Al mismo tiempo, los genes determinan las posibilidades humanas y sus límites. Los estudios, el perfeccionamiento, el crecimiento también son los méritos de la herencia genética. Si hablamos en concreto, el 50% del intelecto, 40% de selección de profesión, 40% de espiritualidad, 10% de sentimiento religioso dependerán de los genes. Un niño sano sin patologías genéticas siempre puede convertirse en un miembro válido de la sociedad.
Genes de los donadores ucranianos ¿Por qué Ucrania es un país tan popular en el mundo para el turismo reproductivo? Claro, se trata tanto de la legislación leal y calidad de servicios prestados, como, efectivamente, del precio de los mismos. Pero, en todo el mundo hay muchos países que abarcan los criterios arriba mencionados, como India, Tailandia, etc. Cuando se trata de la donación, se pone la pregunta de genética.
La genética de los ucranianos atrae a los futuros padres con sus ventajas obvias. Es una nación sana, fuerte y libre. Podemos tardar mucho tiempo en formar la lista de personas ucranianas de fama mundial. Son ingenieros, médicos, pintores, empresarios, políticos y deportistas. Bueno, ya sabemos que muchos de ellos se vieron obligados a realizarse profesionalmente en su totalidad en otro país del mundo.
Los genes de las mujeres ucranianas dan la belleza, bondad, espíritu de paz y laboriosidad, resistencia y femineidad, como de las verdaderas amas de sus hogares. Son los valores fundamentales. Pero, en ciertas circunstancias los genes ucranianos demuestran toda la fuerza de amor a la libertad, ardor guerrero y valentía. Este conjunto de cualidades exclusivas nos sugiere bastante claro el hecho de los genes buenos y sanos.
La genética ucraniana tiene otra ventaja que consiste en que es una nación bastante antigua y bien distinguida en el continente de Eurasia. Según una de las versiones los ucranianos posiblemente son los progenitores de todos los europeos modernos, por eso los rasgos parecidos a nivel genético de los donadores y padres del futuro niño, estarán garantizadas en cierta medida.
Salud del donador Pero los genes, que determinan las inclinaciones, comportamiento, carácter aun no son más importantes a la hora de selección del donador. A lo mejor, la salud ocupa el primer lugar. Como los habitantes de todo el mundo, los ucranianos tienen las predisposiciones genéticas a ciertas enfermedades. Con esto no podemos hacer nada. Pero, de hecho, este aspecto se excluye prácticamente por completo aun en la etapa de selección del donador del óvulo o semen.
Gracias a la selección escrupulosa, las limitaciones e indicaciones existentes a la donación, tanto como las tecnologías modernas excluyen riesgos de obtener los genes enfermos. Se lleva a cabo obligatoriamente el análisis genético detallado, que determina la posibilidad y grado de aparición de todo tipo de enfermedades heredadas en los gametos. Teniendo todas las posibilidades existentes, una cantidad suficiente de las personas que desean ser donadores, la selección de uno más perfecto no resultará nada difícil.
De ser necesario, los especialistas realizan el diagnóstico preimplantacional del embrión. Esto, a su vez, garantiza por completo la transportación del feto sin patologías cromosómicas. El fenotipo de los ucranianos permitirá seleccionar de todas las opciones uno que convenga al máximo según las demandas de los cónyuges. A pesar de buenos genes, los padres obtendrán también las cualidades exteriores elegidas de manera óptima, que se parezcan a su color de ojos, pelo, matiz de la piel, forma de la nariz, labios, orejas, etc.
El hecho de tener hijos es una felicidad inmensa. Los temores, que el niño, cuya fecundación se haya realizado de los gametos donados será diferente, no querido, se despejarán inmediatamente con las primeras fotos de ultrasonido, con los primeros movimientos en el vientre de la madre, primer grito en la sala de maternidad. ¡Y como dicen, el amor materno supera todas las dificultades, incluso cambia genes!
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2017.02.23 21:05 lulydelmar1 Trump: La expulsión de los inmigrantes indocumentados es una "operación militar" Y es verdad. El problema es que es muy desagradable decir la verdad, porque la operación del Turco Erdogán con los refugiados fue una operación militar y la de Merkel con su devolución también. Alerta permanente.

En algunos casos como operación para regular el mercado laboral en otros como operación militar a secas.
La diferencia entre Trump y los neoliberales, es que uno lo dice sin ningún problema y resulta desagradable y los del doble rasero lo esconden detrás de unos valores universales liberales bajo una retórica discursiva falaz.
Pero ambos operan en la realidad de la misma forma.
Que Trump diga que expulsará a inmigrantes es más repugnante que Obama que sin decirlo expulsó a 3 millones. Que Trump diga que va a construir un muro resulta siempre más insultante que tanto Bush, como Clinton u Obama hayan construido cientos de kilometros del mismo muro.
La diferencia es solo de discurso? Si pero al mismo tiempo hay una otra diferencia.
Mientras los globales como George Soros alientan el Open Borders, fronteras abiertas para el libre mercado incluído el de las personas, ocultando que al mismo tiempo financia las guerras de los paises de origen, y en esto, la violencia en México es solo superable por la de Siria y Libia, aunque ambas tienen el mismo origen, Trump alienta el cierre de las fronteras y del mercado.
Como es obvio en ninguno de los casos valen los DDHH porque Soros aún bajo decenas de fundaciones humanitarias ha promovido el narco en México, la guerra en Siria como un eslabón más en su carrera armamentística contra Rusia y alentado el desastre Ucraniano no solo con el objetivo de reventar a Rusia, sino para apropiarse de su economía, para sembrar sus tierras con semillas transgénicas.
"Estamos sacando a unos tipos muy malos" dice Trump. Es posible que algunos sean muy malos, pero lo que es obvio que la gran mayoría no.
Mientras Trump actúa de Sherif en EEUU, con un discurso para menores de edad, Obama en silencio deportó a 3 millones y exportó con la ayuda de Hillary tanto a Libia como a Siria, a otros bastante más malos, que la prensa neoliberal ha llamado "rebeldes moderados" para derrocar gobiernos soberanos contrarios a los intereses globales geoestratégicos. Para los globales no hay estados Soberanos sino mercados.
Y si para eso, necesitan cargarse un país entero, no lo dudan. No lo dudan, ni siquiera con el propio EEUU. De hecho si quisieramos ponerle fecha al ataque, esa fecha fue el 11S, esa fecha, fue el mayor ataque a la soberanía nacional de EEUU, nunca vista. A partir de ahí, se recortan derechos individuales y libertades internas, y se promueven las guerras externas bajo las excusas de las armas de destrucción masivas en Irak, y en Libia y Siria bajo la excusa de la Responsabilidad de Proteger.
Los flujos masivos de personas que huyen de la guerra o de la miseria no son otra cosa que botines de guerra del Capitalismo del Desastre, en su última fase imperialista, a veces, desplegando estragos económicos y ecológicos, otras, en forma de guerra y terrorismo.
No sé cuanto aguantará el nunca llamado por la prensa global "Regimen de Trump", sino "Trump a secas" porque regimen es una palabra solo reservada para gobiernos como los de Maduro, Assad o Putin y nunca para gobiernos enmarcados en sistemas democráticos avanzados, como el nuestro, claro.
Pero dudo que si cae Trump, y están haciendo todo lo posible para que eso ocurra, el mundo sea mejor sin Trump, ni más seguro
Tal vez, Putin, siguiendo de cerca lo que pasa en EEUU y viendo como están intentando desestabilizar a Trump no solo desde dentro sino desde fuera también, haya decidido que sus sistemas de misiles hayan pasado a estar en alerta permanente.
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2017.01.24 17:42 felipustero ¿Quién financió las marchas de mujeres contra Trump?

La plataforma que convocó la manifestación es conocida como Women's March, la cual aglutinó a decenas de movimientos y activistas del movimiento feminista estadounidense y global en sus distintas variantes. La movilización en cuestión estuvo centrada en exigirle al presidente número 45 de los Estados Unidos que respetase los derechos de las mujeres, el de los inmigrantes y los derechos civiles.
Pero el carácter multitudinario de esta marcha más que describir su publicitada espontaneidad -así lo reseñaron el diario británico The Guardian y otros medios internacionales-, habla más bien de los recursos dispuestos para ella, y sobre todo, de quiénes se encargaron de financiarla.
Como es el caso del empresario y especulador financiero George Soros, uno de los principales patrocinantes y financistas de la campaña electoral de Hillary Clinton. Según un artículo de la periodista Asra Nomani, publicado por The New York Times, George Soros financia al menos 56 movimientos feministas y pro derechos humanos que participaron en la Women's March.
Entre ellos resaltan Move On, la Red de Acción Nacional, la Unión de Libertades Americanas y Planned Parenthood, reconocidos en la propia página oficial de Women's March como patrocinadores de la marcha. Según esta periodista, los principales dirigentes de estos movimientos han sido asesores del ex presidente Obama en la formulación de políticas hacia estos gremios.
El evento contó con una privilegiada cobertura mediática internacional y con la participación de figuras revelantes de la industria cultural estadounidense como Scarlett Johansson, Madonna, America Ferrera, Ashley Judd, Alicia Keys, Michael Moore y Cher, lo cual amplificó su rango de audiencia y su impacto en la opinión pública global.
El nombre de George Soros es mundialmente conocido no sólo por su poder económico y vinculaciones con la política gringa, sino también por financiar -mediante sus ONGs- las revueltas violentas en Ucrania en 2014 que desembocaron en un golpe de Estado. Precisamente por esta razón, y por las vinculaciones de George Soros con el Partido Demócrata, es que el presidente Vladimir Putin alertó a Trump de que le estaría preparando un golpe de Estado al estilo ucraniano.
Por su parte Hillary Clinton capitalizó políticamente el evento a través de un tuit, dejando entrever que George Soros y la élite política y financiera que adversa a Trump apuesta por todas las iniciativas que vayan socavando, desde distintos frentes, su presidencia.
Seguir Hillary Clinton ✔ @HillaryClinton Thanks for standing, speaking & marching for our values @womensmarch. Important as ever. I truly believe we're always Stronger Together. 16:07 - 21 ene 2017 119.346 119.346 Retweets 437.258 437.258 me gusta Según una nota de Chicago Tribune, la dirigente feminista y directora del movimiento Planned Parenthood (financiado por George Soros), Gloria Steinem, quien además fue oradora en el evento, era una espía de la CIA. Apunta el diario que Steinem fue utilizada por la agencia de inteligencia gringa para frenar la influencia soviética sobre la juventud en la década de los 60, expandiendo por el mundo los valores de libertad y democracia made in USA.
http://misionverdad.com/sites/default/files/styles/full_post_800x800/public/womens_0.jpg?itok=sD1e9FkU
Este dato pone en relieve como estos y otros movimientos gremiales, en el pasado y el presente, han sido infiltrados y posteriormente utilizados como herramientas políticas por las agencias de inteligencia y el establishment político y económico para dirigir agendas contra un objetivo específico, en este caso, la presidencia de Donald Trump. Manipulando sus exigencias y conduciéndolos políticamente hacia los fines deseados: en el siglo XX frenar la expansión de la Unión Soviética, en el XXI frenar las amenazas al inalcanzable American Way Of Life y el avance de los bloques emergentes de poder global, encabezados por Rusia y China.
Como dato final: el ex secretario de Estado John Kerry, quien aceptó hace pocas semanas que utilizó al Estado Islámico para socavar el gobierno de Bashar Al-Assad, también participó en la marcha. El Estado Islámico en Siria e Irak ha esclavizado y asesinado cientos de mujeres. Nada más en 2014, 150 por no aceptar casarse con militantes del grupo yihadista (según informó el ministerio de derechos humanos de Irak) que Barack Obama, Hillary Clinton y John Kerry protegieron.
http://misionverdad.com/sites/default/files/styles/full_post_800x800/public/johnkerry_0.png?itok=s6pQWDOq
http://misionverdad.com/columnistas/quien-financio-la-marcha-de-mujeres-contra-trump
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2016.08.02 12:43 EDUARDOMOLINA Filósofos contra la corrupción: “Tener un Estado decente es un derecho humano central”. Un funcionario corrupto, ¿cómo va a querer cambiar un sistema que le rinde beneficios?. Si hablamos de integridad, no se puede ofrecer otro incentivo que la integridad misma.

http://iniciativadebate.org/2016/08/02/filosofos-contra-la-corrupcion-tener-un-estado-decente-es-un-derecho-humano-central/
"“Las agencias internacionales buscan recetas rápidas y uniformes a los problemas de corrupción: purgas masivas, políticas de tolerancia cero, penas más duras. Pero las soluciones generales no existen. La corrupción es diferente en todas partes y exige métodos hechos a medida para cada caso. No funciona de la misma manera en Grecia que en Ucrania, pero incluso en Ucrania no opera del mismo modo en la policía de tráfico que en la agencia tributaria o en los ayuntamientos”.
Habla Frans Geraedts (Holanda, 1956), filósofo y socio fundador de Governance & Integrity (Gobernanza e Integridad, www.gi-nederland.com), una pequeña empresa que lleva más de 20 años trabajando por la democracia y la integridad de los servicios públicos en Holanda, Bélgica, el área del Caribe y Ucrania, entre otros lugares. A Geraedts y los otros dos fundadores, Ruud Meij y Leonard de Jong, también filósofos, les mueve la convicción de que todos los ciudadanos del mundo se merecen un Estado honesto y eficaz. “Disponer de un Estado decente es un derecho humano central”, dice Geraedts. “Al fin y al cabo, sin un buen funcionamiento del Estado sus ciudadanos difícilmente pueden hacer valer todos sus demás derechos”.
La empresa de los tres pensadores, que cuenta con casi 20 empleados, combina una actitud idealista —son hijos de los años 1970— con un pragmatismo feroz. Por un lado, creen que el cambio siempre es posible y que incluso los Estados más corruptos pueden transformarse con tal de que haya una voluntad colectiva en ese sentido. Por otro, saben que esa labor de transformación exige un gran esfuerzo, una amplia inversión de recursos y, sobre todo, un profundo conocimiento de las circunstancias e historia locales, del funcionamiento de las organizaciones y de la naturaleza humana.
Su método de trabajo es lento y detallado. Operan a ras de suelo, empezando por los individuos —funcionarios, políticos, concejales—, a los que reúnen en pequeños talleres para que hablen de su experiencia diaria y aprendan a analizarla desde un punto de visto moral: ¿qué decisiones toman?, ¿cómo llegan a ellas?, ¿son moralmente buenas o malas?, ¿cómo se pueden mejorar? Al mismo tiempo que inician este proceso de concienciación, los filósofos trabajan con organizaciones y autoridades locales para implementar sólidas estructuras de prevención y penalización.
Parece que les mueve una fe en la bondad del ser humano. O al menos, en su potencial para el razonamiento moral.
Supongo que sí. Pero además nuestra experiencia nos ha demostrado que tenemos razón. Hemos comprobado que todo el mundo, sea basurero o concejal, tiene la capacidad de evaluar sus propias decisiones desde un punto de vista moral. En los años 90 comenzamos trabajando en cuestiones de integridad en la agencia tributaria holandesa. Desde entonces hemos colaborado con gobiernos locales y nacionales, el sistema educativo, la industria financiera, el sistema sanitario y partidos políticos. Llevamos más de 20 años haciendo un gran experimento, formulando y comprobando hipótesis. Lo que hemos aprendido en Holanda nos ha permitido diseñar soluciones para otros lugares, como Ucrania, donde llevamos una década trabajando en la ciudad de Lviv, o en Thessaloniki, en Grecia, donde todavía estamos en fase de exploración. ¿Por qué allí? Preferimos trabajar en ciudades de tamaño mediano que tengan una universidad con la que podamos colaborar. Después fundamos, con personal del lugar, una empresa y una ONG locales.
¿Cómo deciden adónde van? ¿Se les invita?
No, decidimos nosotros. Nos interesa trabajar en lugares donde haya una auténtica voluntad de cambio. En Grecia, por ejemplo, durante mucho tiempo el mal funcionamiento del Estado no les parecía importar demasiado a los propios griegos, incluso pensaban que les convenía. Esto ha cambiado con la crisis. Ahora muchos griegos están convencidos de que quieren un Estado menos corrupto. Así como en Ucrania, empiezan a entender que la corrupción no es un mal menor o inocente, sino que un Estado de baja integridad es también un Estado poco eficiente, lo cual daña el desarrollo de la nación entera.
¿Los aprendizajes de un país son aplicables a otro? Ucrania no sólo es más corrupta que Holanda, sino que tiene una cultura completamente diferente. También supongo que habrá ucranianos que simplemente no crean en la posibilidad de que las cosas puedan mejorar.
Claro. Para empezar, los servicios públicos en Holanda ya tienen un alto nivel de integridad. Es lo que llamamos una high trust society: por razones históricas hay niveles muy altos de confianza entre las personas, y entre los ciudadanos y el Estado. Por tanto nuestro trabajo aquí se ha limitado más bien a labores de mantenimiento. En Ucrania, la situación es completamente diferente. La confianza interpersonal e institucional es casi nula. Y hay muchos que no creen que la situación pueda mejorarse. Lo cual es completamente lógico si consideras la historia del país. En Ucrania se ha conservado la estructura del Estado soviético, profundamente centralista y vertical, pero ahora la controlan los oligarcas. Éstos compran a los políticos, a modo de inversión, con el fin de poder saquear el país impunemente. Mientras tanto, una ciudad como Lviv, en la Ucrania occidental, tiene una historia traumática de ocupaciones violentas y genocidios de mano de los estalinistas y de los nazis. Es normal que la gente no crea en la posibilidad de mejora. ¿Cómo se la convence, entonces? Demostrándolo en la práctica, a nivel local, para contrarrestar ese fatalismo que en el fondo es un déficit de imaginario político.
¿En qué sentido es un déficit de imaginario político?
Para la voluntad de cambio es muy importante que una población se pueda imaginar una democracia que funcione. Que eso les cueste a los ucranianos, sobre todo a los mayores, es normal. Dada su historia y el carácter rural de la cultura, durante mucho tiempo su imaginario político era más bien predemocrático y se limitaba a la idea del buen líder. En Grecia, nos estamos dando cuenta que el imaginario democrático tiene como referencia principal la democracia ateniense, o la imagen que los griegos actuales tienen de ella. Pero, claro, la democracia europea moderna no tiene nada que ver con Atenas.
¿Qué papel tiene el apoyo de gobiernos extranjeros y agencias internacionales?
En Ucrania es importante. Por razones geopolíticas ha habido mucho interés por mejorar el funcionamiento de la democracia allí. Pero las medidas que se proponen suelen ser muy generales: reglas más estrictas, una fiscalía independiente dedicada a la lucha contra la corrupción, expansión del cuerpo policial, implementar leyes de transparencia o crear organizaciones de la sociedad civil que puedan monitorear al Estado. Son todas medidas buenas y necesarias, pero no bastan. De por sí no cambiarán mucho. Y algunas de las propuestas pueden además resultar contraproducentes. Las purgas o los castigos ejemplares pueden hacer que todo el sistema funcionarial se te vuelva en contra. Lo importante es crear una auténtica voluntad de cambio, no sólo en la población o en los encargados de vigilar y castigar, sino en los propios funcionarios y políticos. La historia de los países europeos demuestra que la mejor garantía de la integridad del Estado a largo plazo es el ethos del funcionariado.
Un funcionario corrupto, ¿cómo va a querer cambiar un sistema que le rinde beneficios? ¿Qué incentivos se le puede ofrecer para limpiar su práctica?
Los incentivos funcionan muy bien para mejorar el rendimiento de una organización. Pero si hablamos de integridad, en el fondo no se pueden ofrecer otros incentivos que la integridad misma. Ésta tiene que ser su propia recompensa. No puedes premiar a un funcionario simplemente por hacer su deber. Eso sí, se puede apelar a la misión del funcionario, que es trabajar por el interés de la población. Partiendo de esa noción, los funcionarios son capaces de desarrollar una capacidad de razonamiento y evaluación moral. Donde hay mucha corrupción, los actos corruptos producen poca vergüenza. Pero sí pueden generar culpabilidad. Casi todos los funcionarios tienen una conciencia moral, aunque no todos se van a dejar guiar por ella.
También es importante crear una cultura en que discutan y evalúen los retos morales en el propio seno de la organización, lo que ayuda a establecer cultura de control y apoyo mutuos. Y desde luego es esencial que las violaciones se castiguen. Pero los castigos tienen que ser justos y proporcionales, y a ser posible tienen que implementarse dentro de la propia organización antes de que se involucre el derecho penal. Si no, es fácil que el cuerpo funcionarial se una contra la instancia disciplinaria. Nunca hay que olvidar que la corrupción es un sistema y que los sistemas, de por sí, harán todo lo posible por conservarse. Por fortuna, en todos los cuerpos funcionariales, incluso los más corruptos, siempre hay una minoría que está harta de la corrupción. Parece mentira, pero existe siempre. Y esa minoría se convierte en tu aliado.
En España, las medidas que se proponen para acabar con la corrupción política incluyen limitar el salario de los cargos electos, implementar una cultura de transparencia, ampliar los periodos de prescripción penal y reforzar la Fiscalía Anticorrupción para acabar con la impunidad.
Son casi todas medidas razonables y necesarias. Pero repito que no son suficientes si no se logra cambiar el propio ethos de la cultura política y de los cuerpos del Estado. Personalmente no creo que limitar el sueldo de los políticos sirva como medida anticorrupción, aunque entiendo su valor simbólico. De hecho, se puede argüir que políticos con sueldos bajos están más tentados de buscar otros ingresos.
¿Cuál es el mayor reto para países como España o Grecia, donde crece la voluntad de cambio al mismo tiempo que la corrupción está muy arraigada en todas las esferas sociales?
Uno de los grandes desafíos es aceptar que erradicar la corrupción lleva mucho tiempo. Claro que es posible lograr avances importantes en plazos relativamente breves. Pero los sistemas son muy resistentes. Si la corrupción está realmente arraigada, incluso con las mejores medidas y entrenamientos tarda una generación en desaparecer. Ahora bien, si no se asume este hecho básico, se crean expectativas falsas que a su vez generan decepciones altamente contraproducentes. Si se pierde la fe en la lucha contra la corrupción, se fomenta el fatalismo y se acaba deshaciendo todo el esfuerzo realizado."
Frans Geraedts, filósofo
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2016.05.16 18:38 anticuariodelfuturo La nueva Guerra Fría financiera global

(Artículo obtenido de la web crisis energética. No se ha puesto un link directo debido a una deficiencia en la carga de la página, pero allí se edita con el respectivo permiso del autor)
Supongamos que un país tiene una deuda con otro gobierno o agencia oficial. ¿Cómo harían los acreedores para cobrar, a no ser que exista un tribunal internacional y un sistema de ejecución? El FMI y el Banco Mundial conforman ese sistema de ejecución y ahora están diciendo:
‘Ya no vamos a participar. Solo trabajamos para el Departamento de Estado norteamericano y el Pentágono. Si el Pentágono le dice al FMI que está bien que un país no le pague a Rusia o China, entonces ahora, en lo que concierne al FMI, esos países no están obligados a pagar’. Eso significa romper con el orden económico global que surgió después de la II Guerra Mundial. El mundo se está dividiendo en dos mitades: la que gira en torno al dólar norteamericano, y la que integran aquellos países que EE.UU no puede controlar y cuyos funcionarios no son empleados de EEUU, por así decirlo.
Soy Bonnie Faulkner. Hoy en Guns and Butter, nos visita el Dr. Michael Hudson. El programa de hoy: The New Global Financial Cold War (La nueva Guerra Fría financiera global).
El Dr. Hudson es economista especializado en finanzas e historiador, presidente del Instituto para el estudio de tendencias económicas a largo plazo, analista financiero en Wall Street y destacado profesor e investigador de economía de la Universidad de Missouri, en la ciudad de Kansas. Su libro de 1972, Super-Imperialism: The Economic Strategy of American Empire ( Superimperialismo: La estrategia económica del Imperio norteamericano) es una crítica de cómo EE.UU se aprovechó de las economías extranjeras a través del FMI y el Banco Mundial. Su último libro es Killing the Host: How Financial Parasites and Debt Destroy the Global Economy (Matando al huésped: Cómo los parásitos financieros y la deuda destruyen la economía global). Hoy vamos a analizar su artículo, “The IMF Changes Its Rules to Isolate China and Russia” (El FMI modifica sus reglas para aislar a China y Rusia).
Bonnie Faulkner: Michael Hudson, bienvenido. Ha pasado mucho tiempo desde la última vez que conversamos.
Michael Hudson: Bueno, me alegra estar de vuelta. La última vez que charlamos fue en Italia.
Bonnie Faulkner: Es cierto, en Rímini, Italia. ¿En qué año fue?
Michael Hudson: Debe de haber sido hace cuatro años porque estábamos allí con Stephanie Kelton de UMKC, a quien Bernie Sanders ha designado como economista jefe de los demócratas en el Comité de presupuesto del senado. Bill Black de UMKC también estaba. Utilicé algunas de mis disertaciones allí en mi libro Finance Capitalism and Its Discontents (Capitalismo financiero y sus descontentos), publicado en 2012.
Bonnie Faulkner: Michael, de hecho produje siete programas basados en las conferencias de Rímini sobre Teoría monetaria moderna, contigo, con Marshall Auerback, William K. Black, Stephanie Kelton, y los programas fueron un éxito, debo decir.
Michael Hudson: Eso es genial. Esa fue una conferencia maravillosa. Cuando entramos era un enorme estadio de fútbol y mientras recorríamos el pasillo central nos sentíamos como los Beatles. La gente vivaba nuestros nombres como si fuéramos ídolos populares.
Bonnie Faulkner: Los italianos resultaron ser muy afectuosos y se mostraron tan entusiastas con una teoría económica alternativa. También quedé sorprendida.
Michael Hudson: Sí. Y la gente llegó de España y todo el mundo. Fue una de las mejores conferencias en la que cualquiera de nosotros haya estado.
Bonnie Faulkner: Estoy tan contenta de haber podido estar ahí. Sin duda, es una conferencia que merece ser recordada. Bueno, he estado leyendo tu artículo, “El FMI modifica sus reglas para aislar a China y Rusia”. Nos alerta acerca de las consecuencias del cambio en las reglas del Fondo Monetario Internacional, el FMI, que otorga préstamos a gobiernos. Antes de abordar específicamente las modificaciones a las reglas, ¿qué precipitó estos drásticos cambios en las políticas del FMI?
Michael Hudson: Hay varios cambios en sus políticas. El primero fue que – en el pasado el FMI no otorgaba préstamos a países en situación de incumplimiento con otros gobiernos. Eso se debe a que en el pasado, el gobierno en cuestión era el norteamericano. Desde la II Guerra Mundial casi todos los rescates financieros o préstamos de estabilización del FMI y del Banco Mundial involucraron al gobierno norteamericano, conjuntamente con un consorcio de bancos norteamericanos.
Por primera vez, ahora que China y el grupo BRICS están creciendo, los países, sujetos a la fuerza del lobby norteamericano, están tomando préstamos no solo de EEUU, sino que ahora pueden pedir préstamos a China y a otros países.
EEUU ha respondido modificando las reglas del FMI. Ha dicho, ‘Esperen un minuto. Está bien que el FMI conceda préstamos a países que no le están pagando a China, Rusia o a los BRICS, porque estamos en una nueva Guerra Fría. El FMI realmente está trabajando para nosotros.’ Mientras EEUU tenga poder de veto en el FMI, su delegado puede vetar cualquier préstamo para un país que tiene deuda con EEUU o al que EEUU no quiere apoyar. Pero EEUU no se opone a que el FMI otorgue préstamos a países satélites de EEUU como Ucrania, que tiene deudas oficiales con Rusia.
Hasta diciembre pasado Ucrania le debía tres mil millones de dólares a Rusia por un préstamo del fondo soberano de inversión ruso que estaba a punto de vencer. EEUU está haciendo todo lo posible para perjudicar económicamente a Rusia, pensando que si causa suficiente daño, Rusia se rendirá ante la estrategia norteamericana. La estrategia de la nueva Guerra Fría básicamente es obligar a los países a privatizar sus economías adoptando políticas neoliberales. El objetivo es lograr la apertura de esas economías a las corporaciones y bancos norteamericanos.
Las modificaciones en las reglas del FMI estaban orientadas a que el FMI actuara básicamente como agente del Departamento de Defensa norteamericano, con oficina subsidiaria en Wall Street. De repente ha quedado claro que el FMI no es una institución internacional para el crecimiento económico global. Es un brazo de la diplomacia norteamericana de la Guerra fría, uno que se está moviendo muy rápidamente a la derecha bajo la administración Obama.
Bonnie Faulkner: Ahora tenemos la Organización de Cooperación de Shanghai (SCO), como una alternativa militar a la OTAN y el Banco asiático de Inversión en infraestructura (AIIB), que amenaza con reemplazar al FMI y al Banco Mundial. ¿Qué tan exitosas crees que serán estas nuevas alternativas al sistema bancario occidental?
Michael Hudson: El punto importante es que el sistema bancario occidental, el Banco Mundial y el FMI, ha fracasado. El FMI sigue una teoría económica inútil que afirma que si le debes dinero a bonistas o bancos extranjeros, para pagar la deuda tienes que aplicar medidas de austeridad en tu país. En la práctica significa que las medidas de austeridad le permitirán a los deudores obtener de su economía fondos suficientes para pagarle a bancos y bonistas extranjeros. La misma nefasta teoría a la que recurrieron en 1920 británicos, norteamericanos y franceses para insistir en que Alemania podía pagar cualquier monto de reparación si solo gravaba su economía con tributos suficientes.
John Maynard Keynes y también el norteamericano Harold Moulton, de la Institución Brookings, han demostrado la falsedad de esta teoría. Pero las lecciones de la década de 1920 fueron rechazadas por el FMI, porque sabe muy bien – y sus funcionarios lo han dejado muy claro – que la austeridad no posibilita el pago de la deuda externa. La austeridad hace que los países tengan menos capacidad de pago. Eso significa que incluso necesitarán nuevos préstamos.
Entonces viene el FMI con su segundo golpe: el primero es la austeridad. El segundo es decir: ‘Bueno, imagino que nuestro programa no funcionó. ¡Qué pena! [Pero realmente no debería ser una sorpresa, sucede una y otra vez]. Ahora tienen que comenzar privatizando su industria y recursos naturales. Rematen sus tierras.’ Le dice a los demás países deudores básicamente lo mismo que le dijo a Grecia el año pasado.
Cuando en Grecia el plan de austeridad impuesto desde 2010 por exigencia del FMI fracasó, el FMI se reunió con el resto de la Troika (el Banco Central europeo y la Comisión Europea) en 2015 para exigir que Grecia pusiera a la venta sus islas, puertos, sistemas hídricos, todo lo que estuviera en el dominio público. Después de que se lo exigieron a Grecia en el verano de 2015, le llegó el turno a Ucrania.
El primer golpe del FMI contra Ucrania fue imponerle medidas de austeridad con el pretexto (su inútil teoría económica) de que gravar su economía interna le permitiría a Ucrania pagarle a los bonistas extranjeros. Cuando esto agravó la situación, el Banco Mundial, y la Agencia de EEUU para el Desarrollo Internacional (USAID) entraron en escena. El ministro de finanzas designado por EEUU indicó los terrenos agrícolas, derechos mineros sobre el gas y otros recursos naturales que Ucrania podía vender a inversores norteamericanos y europeos, pero no a los rusos.
El concepto es que si inversores norteamericanos pueden adquirir infraestructura clave y controlar los puestos de mando de la economía ucraniana, pueden separar a Ucrania de Rusia. Ucrania ha desempeñado un rol clave en la economía rusa. Gran parte de la producción industrial militar y espacial fue producida en la región de Donbás en Ucrania oriental.
Entonces la idea era que separar a Ucrania de Rusia es la primera etapa del proceso tendiente a lograr la fragmentación de Rusia, y luego de China, dividiéndolos en pequeñas piezas. El objetivo es que China y Rusia reciban el mismo trato que Oriente Medio, Libia, Irak, Afganistán y Siria – con operaciones relámpago para apoderarse de sus recursos naturales y empresas.
Bonnie Faulkner: ¿Cuál es el objetivo del Acuerdo Transpacífico de libre comercio (TPP) y en qué es incompatible con el Banco Asiático de Inversión en Infraestructura (AIIB)?
Michael Hudson: Podría dar una respuesta fácil y decir que el objetivo es reducir la población en 50%, hacer que la gente muera de hambre, eliminar las pensiones y propagar la pobreza. Realmente ese es el efecto.
A primera vista pretende ser un acuerdo comercial, pero la verdadera agenda es imponer las privatizaciones y desactivar los mecanismos de regulación gubernamental. Esto significa dar marcha atrás respecto a lo que era considerado fundamental durante toda la Era Progresista. Durante los últimos 300 años, en Europa y Norteamérica se suponía que ibamos a tener una economía mixta, con gobiernos invirtiendo en infraestructura, carreteras y otros modos de transporte, en comunicaciones, sistemas de agua y cloacas, gas y electricidad. El rol de la infraestructura estatal era cubrir estos servicios básicos a costo mínimo para fomentar una economía competitiva, de bajo costo. Así fue como Norteamérica se hizo rica. Así fue como se industrializó Alemania y el resto de Europa. Pero el objetivo del TPP es revertir esa tendencia y privatizar la inversión pública. Su ideología es que la economía debe ser gestionada por propietarios privados, empresas privadas, cuyo objetivo sea la ganancia a corto plazo.
Hay una serie de objetivos asociados: anular normativas de protección ambiental que cuestan dinero y leyes que protegen los derechos de los trabajadores, e impedir la imposición gravámenes a los recursos naturales o la renta. La idea es convertir al sistema vial y de transporte en carreteras de peaje, con altos costos operativos y a cargo de empresas extranjeras. Internet y el servicio de agua saldrán a la venta y se convertirán en sistemas privatizados que cobrarán estos y otros servicios básicos. Esto impondrá una economía rentística neofeudal en todo el mundo mientras el sector privado, financiero, industrial e inmobiliario (en inglés FIRE) suplanta al sector público.
Se podría decir que en su sentido más amplio, la idea es desmantelar los avances de la Ilustración y reinstaurar el feudalismo. Eso puede sonar como una afirmación extrema, pero la gente no es consciente de que tan radicales son los acuerdos de inversión del TPP. Por ejemplo, cuando Australia aumentó los impuestos e incluyó advertencias de salud en los paquetes de cigarrillos, Philip Morris inició una demanda, reclamando que Australia pagara lo que Philip Morris habría obtenido si la gente hubiera continuado fumando y enfermando de cáncer a la tasa actual.
Cuando Ecuador intentó demandar a empresas petroleras por contaminación, las compañías contrademandaron, y ahora el país le debe pagar a la compañía petrolera el equivalente a las ganancias que habría obtenido si hubiera continuado la producción de petróleo contaminando la tierra – a un grado infinito. Ningún gobierno en ningún lugar del mundo que suscriba esto estará libre para regular su medio ambiente o incluso para promulgar leyes que impongan nuevos tributos a empresas rentistas o a otras empresas privadas.
Básicamente, los nuevos concesionarios de las carreteras, de los sistemas de suministro de agua y saneamiento, pueden aprovecharlos como oportunidades para obtener renta sin regulación antimonopolio. Eso significa que pueden aplicar las tarifas que el mercado les permita, y brindarles a los países extranjeros un trato similar al que reciben los clientes del cable en la ciudad de New York. Vivo en Forest Hills, en Queens. Tenemos un proveedor de televisión por cable, Time Warner. Si queremos televisión por cable, tenemos que pagar lo que nos cobre, y no tiene nada que ver con su costo de producción. Tengo que alquilar su decodificador, no puedo comprarlo por mi cuenta.
De eso se trata la renta. Es un ingreso por encima del costo de producción. Durante cientos de años la teoría económica de Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mill y Thorstein Veblen analizó cómo crear una economía capaz de producir bienes a su costo real, tecnológico, social y necesario, sin “comida gratis”, es decir, sin ningún tipo de ingreso no salarial (“renta económica”).
El objetivo del Acuerdo Transpacífico (TPP) y de su versión europea (TTIP) es promover el modelo rentista. Los intereses rentistas han apoyado una clase de teoría económica inútil para reemplazar a la economía clásica, contra la era progresista y la social democracia, para crear una ideología de derecha que llaman libre comercio. El término es de un doble sentido orwelliano.
Bonnie Faulkner: ¿Esas resoluciones de la Organización Mundial del Comercio (OMC) se han aplicado contra esos países que has mencionado, como Australia?
Michael Hudson: Creo que Philip Morris perdió, pero la controversia obligó al gobierno a pagar decenas de millones de dólares en concepto de gastos legales. Es casi imposible para un gobierno pobre como el de Ecuador, o incluso para Australia, afrontar los costos legales de defenderse contra una batería de abogados corporativos. Según el TPP, los árbitros provendrán del sector de las corporaciones y de sus bufetes de abogados.
Las resoluciones y reglas son diseñadas fuera de la órbita del gobierno y de la legislación aprobada por los votantes. Entonces la oligarquía corporativa reemplaza a la democracia. Las decisiones respecto a los montos que deberán pagar los gobiernos a las corporaciones en concepto de indemnizaciones dependen de un pequeño grupo de árbitros con una puerta giratoria entre el sector público y el privado. En efecto, trabajarán como lobbistas de las corporaciones.
Bonnie Faulkner: China aceleró la creación de la alternativa china (CIPS) al Sistema Internacional de Pagos, y su propio sistema de tarjetas de crédito. ¿Qué es el Sistema de pagos interbancarios SWIFT, y el nuevo sistema de pagos chino constituye una amenaza para el SWIFT?
Michael Hudson: Todos los bancos emplean un sistema de compensación cuando libras cheques contra una cuenta bancaria. El sistema SWIFT es un enorme programa informático que permite a los libradores de cheques transferir dinero a clientes de otros bancos.
Alrededor de un año atrás los estrategas norteamericanos se planteaban la posibilidad de una nueva Guerra Fría con Rusia que podría convertirse rápidamente en un conflicto armado. Pero EEUU vio que era posible dañar la economía rusa sin necesidad de enviar tropas. No es necesario invadir. Esa era guerra al estilo antiguo. Actualmente ningún país puede enviar sus tropas a invadir otro. Pero EEUU puede tomar como rehén a la economía rusa o de cualquier otro país excluyéndola repentinamente del sistema de pagos interbancarios SWIFT. Sus bancos, clientes particulares y corporaciones no podrán transferir dinero. Entonces estarán paralizados. EEUU habrá destruido sus vínculos económicos y comunicaciones.
Tan pronto como los norteamericanos plantearon esto, China y Rusia respondieron. A estos países naturalmente no les gusta una nación que dice que tal vez desearía iniciar una guerra contra ellos para tener semejante poder disruptivo. Obama y Hillary Clinton han hecho ese tipo de amenazas. Entonces los líderes rusos han dicho que les gustaría integrar una unidad global, pero mientras EEUU continúe manejando el SWIFT en aras de sus propios intereses y actuando de un modo hostil, necesitan proteger sus propios sistemas de compensación.
Entonces China tomó la delantera en la creación de su propio sistema de compensación bancaria. Individuos, empresas y organizaciones gubernamentales en China y en otros países del grupo BRICS ya no tendrán que ser rehenes de EEUU, que es capaz de usar un programa informático malicioso como lo hizo con las centrífugas iraníes. Así como provocó la explosión de las centrífugas instalando un virus para acelerarlas, podría hacer lo mismo con el SWIFT. Ahora, China y los BRICS se están preparando para defenderse frente a esta posibilidad.
Bonnie Faulkner: Bien, ¿el Sistema internacional de pagos de China ya ha sido implementado o todavía es un plan?
Michael Hudson: Creo que aún está en proceso de desarrollo, porque es difícil desarrollar un sistema tan complejo como este. Existe inercia para estas cosas, que facilita construir en base a los sistemas de compensación ya existentes. Lleva mucho tiempo desarrollar un sustituto del sistema. Es similar a lo que sucede con el programa Office de Microsoft. Es por eso que los ordenadores Mac usan Word y Excel. Diseñar un programa que no tenga deficiencias cuesta miles de millones de dólares. Creo que los chinos continúan trabajando para solucionar las deficiencias porque no esperan un conflicto todavía.
Bonnie Faulkner: El primer ministro ruso Putin propuso una asociación, o al menos cooperación, entre Occidente y las asociaciones militares y económicas emergentes de Oriente. Aparentemente en Occidente nadie ha tomado en cuenta la propuesta de Putin ¿A qué crees que se debe?
Michael Hudson: Es la misma esperanza que ha existido desde la década de 1990, incluso antes de que Putin llegara al poder. La idea era que Rusia está dispuesta a ingresar a la OTAN, teniendo en cuenta que una guerra nuclear entre las naciones industriales del mundo ahora está fuera de cuestión.
Las naciones ahora enfrentan la amenaza común del islam Wahabi, financiado por Arabia Saudita – el terrorismo de la ley islámica de la corriente Wahabi. A Rusia le preocupan los terroristas con respaldo de Arabia Saudita que se localizan en su frente sur, desde Georgia, Azerbaiyán, y todo el camino hasta Asia central. Los chinos también están preocupados por el terrorismo Wahabi a través de los uyghures. ISIS y Al Nusra están actuando como la Legión Extranjera de Norteamérica. Cuando Hillary Clinton derrocó al gobierno libio, las armas y arsenal fueron a ISIS. El banco central de Libia fue saqueado y sus fondos fueron destinados a ISIS. Cuando EEUU invadió Irak, entregó finalmente a ISIS el ejército sunita y todos esos miles de millones de dólares en fajos de billetes de cien dólares. Entonces EEUU se opone a ISIS cuando asesina norteamericanos, ISIS básicamente es el instrumento que EEUU usa para destruir países que amenazan con no ser parte del estándar global del dólar.
Rusia tenía la esperanza de que EEUU se daría cuenta de que este sistema es una locura. EEUU, Rusia y Europa pueden enriquecerse con el intercambio comercial. Si Europa persigue sus intereses económicos, se vería a si misma como el socio comercial natural de Rusia. Los europeos y probablemente los norteamericanos podrían ir a Rusia e intentar fortalecer la economía, porque necesita emprendedores.
Pero en lugar de una esfera de prosperidad mutua entre Europa, Rusia y EEUU, EEUU ha empujado a Europa hacia una zona muerta de austeridad neoliberal. Está deteriorando la economía europea y separándola de Rusia e impidiendo la prosperidad europea, sobre la base de que también beneficiaría a Rusia o China.
La idea desde el lado norteamericano es tratar a Rusia del mismo modo que a Cuba, Irán y Libia – para aislarla, esperando que Rusia ceda. Pero en cambio, Rusia es mucho más grande que Cuba o Corea del Norte, y China es incluso más grande. Entonces en lugar de solo rendirse ante el plan económico neoliberal, han decidido que EEUU los ha obligado a alinearse para defenderse mutuamente. La diplomacia norteamericana ha generado precisamente la unidad euroasiática que pretendía evitar.
Bonnie Faulkner: Sí. Creo que en tu artículo has representado a algunos de los miembros del FMI como llevando chalecos suicidas, listos para detonar esa institución. Me pareció una descripción bastante buena.
Michael Hudson: En efecto es como si EEUU entrara a la reunión del FMI con un chaleco con explosivos y dijera, ‘Queremos que el FMI solo sirva a los intereses norteamericanos, no a intereses internacionales.’ Entonces se rompe la ilusión del FMI como un honesto intermediario que ayuda a estabilizar a los países.
La presión norteamericana ha modificado radicalmente una serie de reglas. Una regla que he mencionado anteriormente es no conceder préstamos a un país que se niega a pagar a otro gobierno. Esa regla no estaba presente de manera formal en los estatutos del FMI. Pero lo que sí está previsto es que se supone que no se deben otorgar préstamos a países que carecen de medios evidentes para devolverlos. Es la regla “No más Argentinas”, que fue aprobada luego de que el FMI le prestó dinero a Argentina en 2001 para pagarle a los tenedores de deuda. Argentina no tenía posibilidades de devolver esos préstamos de dudoso cobro.
El FMI violó esta regla cuando le concedió un préstamo a Grecia después de 2010. Algunos de los integrantes del FMI renunciaron, alegando que sus análisis habían sido ignorados. La Junta directiva del FMI se planteó cómo podía prestarle dinero a Grecia para pagar a los bancos alemanes, franceses, ingleses y rescatar a los bonistas sin considerar cómo podría Grecia devolver el préstamo.
El director del FMI, Dominique Strauss-Kahn, desestimó la recomendación del equipo y de la Junta directiva al crear la nueva regla del “riesgo sistémico”. Esta regla le permitió al FMI violar sus propios estatutos y otorgar préstamos a cualquier país cuando la falta de devolución del préstamo podría constituir una amenaza de riesgo sistémico para muchos países. En la práctica, el FMI ha definido el riesgo sistémico simplemente como la idea de que un bonista podría perder más de $1. Esto podría quebrar la “confianza”. Entonces para evitar que bonistas y bancos sufran pérdidas, la economía podría hundirse a causa de deflación por sobreendeudamiento. Por ejemplo, hace unos pocos días, el 29 de enero el FMI revirtió esa regla, diciendo que no va a usar más esa excusa.
También está estipulado en los estatutos del FMI que no se deben conceder préstamos a países en guerra. Una razón obvia es que si un país está inmerso en un conflicto armado, especialmente en una guerra civil que bombardea, del modo en que Ucrania lo está haciendo, su sector exportador, ¿cómo puede ese país obtener las divisas para pagar su deuda externa? La mayoría de las exportaciones ucranianas tienen como destino Rusia. Los ataques a Donbás y al resto de Ucrania Oriental han destruido su sector exportador.
EEUU ha presionado al FMI para que le concediera préstamos a Ucrania. Su directora gerente Christine Lagarde dijo que esperaba que Ucrania no destinara el dinero a la guerra. Pero un millón y medio de dólares le fueron entregados a banqueros cleptócratas como Kolomoiski, que inmediatamente transfirió los fondos al exterior pero destinó dinero local para financiar un ejército anti-Donbás. Al día siguiente, el presidente Poroshenko declaró que ahora Ucrania podría permitirse invertir más en la guerra.
La cuarta regla del FMI que ha sido vulnerada es que no se deben otorgar préstamos a países que tienen escasas probabilidades de aplicar programas de austeridad. Esto se denomina condicionalidad. Esta política implica anular la oposición democrática. Ucrania está recortando pensiones y aplicando medidas de austeridad, entonces es poco probable que el país sobreviva como una democracia. EEUU básicamente llegó y reconoció que ha dejado de fingir que apoya las democracias. En las décadas de 1960 y 1970 apoyó dictaduras en Latinoamérica, incluso el derrocamiento de Allende en Chile. Y ahora el FMI le otorgará préstamos a países en guerra, incluso cuando no tienen capacidad de pago, siempre y cuando hagan lo que los estrategas norteamericanos ordenan. Pero el FMI no concederá préstamos para pagarle a bancos de Rusia o de los BRICS.
Bonnie Faulkner: Ahora, Michael, has comenzado a contestar esta pregunta pero quizás podamos aclarar un poco esto. El Fondo Nacional de inversión ruso, le otorgó un préstamo a Ucrania. Tú lo has mencionado antes. Este préstamo ruso fue protegido por las prácticas de otorgamiento de préstamos del FMI, y los bonos fueron registrados según normas y tribunales orientados a proteger al acreedor. Describe cómo el FMI y las reglas del Banco Mundial protegían la estructura original de la posguerra de préstamos garantizados por el estado.
Michael Hudson: El FMI manifestó que no otorgaría un préstamo a un país deudor o en situación de incumplimiento con otro país que no negociara de buena fe su deuda con gobiernos extranjeros. Ucrania tenía una deuda de tres mil millones de dólares con el Fondo Nacional de inversión ruso – obviamente una organización gubernamental. El préstamo ruso fue otorgado en condiciones especiales, pero también incluyó protecciones. Como la entidad otorgante era un Fondo Soberano, se protegió a sí misma registrando el préstamo en Inglaterra. En Rusia ha habido un debate acerca de si Ucrania puede evitar devolver el préstamo a Rusia. .
El año pasado el Tesoro norteamericano tuvo una larga discusión con abogados de bancos acerca de cómo ante un hipotético incumplimiento de pago Ucrania todavía podía calificar para préstamos del FMI. Bueno, hemos visto la respuesta. Las reglas del FMI fueron modificadas. Recuerda, la UE y los bancos internacionales generalmente no integrarían un consorcio para concederle un préstamo a un país si el FMI no participaba también. El país deudor debe estar en buena posición con el FMI.
Pero ahora, en lugar de proteger el sistema de préstamos soberanos, el FMI solo protegerá los préstamos a gobiernos de la órbita norteamericana, no a aquellos gobiernos que no son del agrado de los EEUU. En la práctica, eso significa todo aquel que no siga las políticas neoliberales.
Básicamente EEUU buscó impedir que Rusia pudiera recuperar legalmente los tres mil millones de dólares que le debía Ucrania. Hubo una discusión acerca de si Ucrania podía alegar que se trataba de una deuda ilegítima, puesto que toda deuda con Rusia es considerada ilegítima desde que Obama tildó de cleptócrata y corrupto a Putin. Durante 50 años EEUU, sin ser corrupto, le ha concedido préstamos a dictadores ostensiblemente corruptos en Latinoamérica, África y Asia, desde Pinochet hasta Tony Blair. EEUU está destrozando el andamiaje jurídico internacional.
Ucrania sabe que fracasará en cualquier intento legal para evitar pagarle a Rusia en los tribunales británicos donde los bonos están registrados. Ese tribunal está muy orientado a la protección de los acreedores. Pero Ucrania al menos puede inmovilizar esta última liquidación
Ucrania y sus patrocinadores norteamericanos pueden pensar que ahora con el precio del petróleo ahora por debajo de los 30 dólares el barril y con Rusia con necesidad de dinero, tal vez puedan hacer pasar hambre a Rusia hasta someterla a los dictados de EEUU. Es una locura, porque Rusia obviamente no va a rendirse. Hace unos pocos días el Ministro de Relaciones exteriores ruso Sergei Lavrov anunció que Rusia está replanteándose su relación con Occidente. Es obvio que EEUU se opone a los vínculos económicos entre Alemania, otros países europeos y Rusia. Entonces Rusia se está replanteando su relación con Europa. Si Europa actúa como si quisiera ser el estado 51 de EEUU en lugar de perseguir sus propios intereses económicos, los rusos se irán hacia Oriente, hacia China y hacia los BRICS. ¡Una lástima! Esta podría haber sido una buena relación de mutua prosperidad.
Bonnie Faulkner: Has titulado tu artículo “The IMF Changes Its Rules to Isolate China and Russia,” (El FMI cambia sus reglas para aislar a China y Rusia) porque eso es lo que están haciendo. El propósito detrás de este cambio de reglas es aislar a China y Rusia. Ahora, China y Rusia estaban cooperando con el FMI y el Banco Mundial, ¿o no?
Michael Hudson: Sí, lo estaban. El principal objetivo de la estrategia de EEUU desde el comienzo fue China. Durante tres años EEUU ha estado discutiendo abiertamente cómo aislar a China. No quiere verla como una posible gran potencia independiente. Está bien si la fuerza laboral china trabaja por salarios bajos para abastecer a Wal-Mart con productos importados de bajo costo, pero no que China sea una fuente de desarrollo independiente.
China representa un interés común suficiente para que inversores e importadores norteamericanos hagan lobby para evitar que el gobierno de EEUU intensifique su Guerra Fría contra China. Pero Rusia no le ha ofrecido demasiadas oportunidades de enriquecerse a Occidente, especialmente desde que enviaron a Khodakovsky a la cárcel después de que intentó vender el petróleo de Yukos a Exxon. Esa maniobra básicamente hubiera privado a Rusia del control del patrimonio petrolero nacional, y probablemente solo habrían quedado pequeños ingresos por ventas y exportaciones luego de que los contadores de Exxon hubieran usado las usuales y creativas estrategias fiscales que emplean banderas de conveniencia y centros bancarios offshore para depositar ingresos no declarados sujetos a impuestos.
China quiere que su moneda forme parte de la canasta de divisas del FMI. Quiere que el yuan tenga el mismo rango que el dólar para evitar tener que depender de los bancos norteamericanos para su comercio exterior, y especialmente para la generación de crédito interno. Pretende evitar que los neoliberales norteamericanos le hagan lo que le hicieron a Rusia en 1992 y 1993. Ellos convencieron a Rusia de que su banco central necesitaba dólares norteamericanos como respaldo para su moneda local, el rublo. Como Rusia no tenía gran cantidad de dólares, el resultado fue una drástica deflación (“terapia de shock” sin terapia), que terminó desindustrializando a Rusia.
Rusia no necesitaba tomar préstamos en moneda extranjera para cubrir los gastos internos de su propia fuerza laboral e industria. El rublo se convirtió en una moneda satélite del dólar y en 1997 el colapso llegó cuando la fuga de capitales hacia libras esterlinas y dólares alcanzó una cifra cercana a los $25 mil millones al año.
Eso es lo que China pretende evitar. Ellos quieren liberarse de la dependencia del dólar, salvo por lo necesario para importar de EEUU o defender la moneda de corridas bancarias. George Soros dijo que espera que el yuan se devalúe. Esa es una señal para los especuladores para que intenten beneficiarse haciendo caer la moneda china. Los chinos están intentando liberarse de los lazos que los unen a la órbita del dólar, excepto para obtener los dólares que necesiten para importar algunos productos de EEUU – que imagino no son muchos, salvo las películas.
Bonnie Faulkner: Mencionaste cuatro de las reglas internas que el FMI violó cuando le otorgó préstamos a Ucrania. Me pregunto si podrías resumir cuáles son esas cuatro reglas, para que la gente pueda entender por qué es un cambio tan radical.
Michael Hudson: La primera regla es no conceder un préstamo a un país que no tiene medios evidentes para devolverlo. Esa es la regla “No más Argentinas”. Ya fue vulnerada cuando se otorgó el préstamo a Grecia, cuando Strauss-Kahn introdujo el concepto de “riesgo sistémico” como escapatoria para proteger a los bancos.
La segunda regla es no otorgar préstamos a un país que no reconoce su deuda a los acreedores oficiales, es decir, un país que no pagará lo que le debe a otro gobierno. Esa regla convirtió al FMI en la autoridad ejecutora del cartel de acreedores. Pero ahora solo se encarga de aplicar la ley en representación de los acreedores predilectos de EEUU.
La tercera regla es no otorgar préstamos a un país en guerra. Ucrania está inmersa en un conflicto bélico, en una guerra civil con la región oriental. Pero Donbás cuenta con el respaldo de Rusia, entonces ahora está bien.
La cuarta regla es no conceder préstamos a un país que no va a aplicar las medidas de austeridad que el FMI impone como condición, que hacen que los países se empobrezcan tanto que terminan en bancarrota y tienen que liquidar sus recursos naturales y otros activos. Las autoridades del gobierno ucraniano post-golpe difícilmente puedan cumplir las condiciones impuestas por el FMI sin ser destituidos, pero mientras tanto pueden vender tierra y derechos mineros sobre el gas a Soros y Monsanto, entonces eso está bien.
Actualmente se han infringido estas cuatro reglas. Ucrania todavía no ha puesto en venta sus recursos naturales, y se ha suscitado una polémica porque los cleptocrátas quieren aferrarse a ellos y hacer el mismo acuerdo que sus contrapartes rusas a principios de la década del 90: Vender tal vez el 25% de su monopolio a compradores norteamericanos, registrar sus empresas en bolsas de valores norteamericanas o británicas, permitir que los compradores hagan ofertas, y luego vender su 75% y aceptar pagos en Londres, New York o donde sea. Lo importante es que esa maniobra les permite transferir el producto de la venta fuera de Ucrania, dejando al país sin dinero en el banco, mientras cada año soporta una enorme deuda que se transfiere a las ganancias de las tierras agrícolas y a las rentas obtenidas de la privatización de carreteras, infraestructura de gas y otros servicios.
Bonnie Faulkner: Dijiste que lo que está en discusión entre Oriente y Occidente es una filosofía del desarrollo. ¿En qué se diferencian los modelos de desarrollo en los dos sistemas?
Michael Hudson: La filosofía del desarrollo norteamericana neoliberal es un término orweliano para referirse a la falta de desarrollo. Es lo contrario al desarrollo. El plan neoliberal es crear una sociedad postindustrial. Con “post-industrial” me refiero a una economía neorentista que retorna al feudalismo. En lugar de gobiernos tomando la vanguardia y ofreciendo servicios básicos a bajo costo para convertirse en economías competitivas, los gobiernos neoliberalizados ofrecen carreteras, fuentes de energía, servicios de electricidad, agua y saneamiento a compradores que van a cobrar tarifas a valor de mercado. Esto va a empobrecer al país. Es lo contrario a las enseñanzas de la economía del desarrollo durante la mayor parte del siglo XX.
Bonnie Faulkner: ¿Qué clase de escenario han estado debatiendo por más de un año los funcionarios del Tesoro y del Departamento de Estado norteamericano como herramienta para oponerse a que China y Rusia otorguen préstamos para infraestructura a los demás países? Creo que ya comenzaste a hablar de esto.
Michael Hudson: EEUU no se unió al Banco Asiático de Inversión en infraestructura (AIIB), e intentó desalentar a otros países de integrar la institución. Hubo mucha preocupación cuando Inglaterra decidió unirse al AIIB y otros países también lo intentaron. EEUU básicamente está tratando de crear una cortina de hierro para separar a los BRICS de la órbita del dólar norteamericano. Es una cortina financiera – no de hierro, sino electrónica.
Bonnie Faulkner: ¿En tu artículo dices que el FMI le seguirá prestando dinero a países, y les dirá que no tienen que devolver los préstamos a China o Rusia pero que aún así pueden tomar prestado del FMI?
Michael Hudson: El FMI no ha salido a decir directamente que los países no están obligados a devolver los préstamos. El problema es que tiene que existir un tribunal internacional. Tiene que haber un mecanismo de ejecución. Por ejemplo, tienes una gran cantidad de fondos buitre que afirman que Argentina les debe dinero por sus bonos, pero hasta ahora no han podido cobrar. Fueron capaces de conseguir el embargo del buque escuela de la armada argentina en Ghana, pero como se trataba de propiedad del estado se ordenó su liberación.
Imagina que un país tiene una deuda con otro o con una agencia oficial. ¿Cómo pueden cobrar los acreedores, a menos que exista un tribunal internacional y un sistema de ejecución? El FMI y el Banco Mundial eran parte de ese sistema y ahora están diciendo: ‘No vamos a seguir siendo parte. Solo vamos a trabajar para el Departamento de Estado norteamericano y el Pentágono. Si el Pentágono le dice al FMI que está bien que un país no le tenga que pagar a Rusia o China, entonces ahora no está obligado a pagar, al menos en lo que concierne al FMI.’
Eso implica romper con el orden económico mundial creado después de la Segunda Guerra Mundial. El mundo está siendo dividido en dos mitades: la órbita del dólar norteamericano, y los países que EEUU no puede controlar y cuyos funcionarios no integran la nómina de EEUU, por así decirlo.
Bonnie Faulkner: Describes esto como un cambio “tectónico, geopolítico, una lucha que se librará con todo el poder como si tratara de la inquisición norteamericana del siglo.” ¿Qué quieres decir cuando mencionas inquisición?
Michael Hudson: Juego sucio. El presidente Obama ha dicho que no vamos a invadir a otro país, porque ningún país es capaz de movilizar tropas suficientes sin generar una crisis económica y política local. Su alternativa es el asesinato dirigido. Esa ha sido una táctica norteamericana desde hace tiempo, en Chile bajo el mandato de Nixon/Kissinger y en Guatemala y Nicaragua bajo el gobierno de Reagan.
O simplemente, sobornando gobiernos para que patrocinen a extranjeros para que trabajen para EEUU. Quieres estar seguro, de que en Inglaterra, por ejemplo, alguien como Tony Blair se convierta en primer ministro, y que haga lo que sea que le ordene EEUU. Quieres asegurarte de que cuando un país intente independizarse, como lo hizo Chile, puedes ir y asesinar al presidente. Y si algún país reclama una reforma agraria, inicias una Operación Cóndor y asesinas a 10,000 profesores, activistas y líderes sindicales. Básicamente se trata de una política terrorista.
Finalmente, usas a organizaciones como ISIS y al-Nusra como una Legión Extranjera norteamericana y las envías al país que quieras controlar.
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2015.02.12 11:22 Aurelian31 Ahora van a por Ucrania,ya se han cargado gran parte del resto de Europa

El FMI anuncia una ayuda de 15.500 millones de euros a Ucrania "Es un programa ambicioso, duro y no exento de riesgos", dice Lagarde El acuerdo tiene que ser ratificado a finales de mes Yatseniuk anuncia reformas económicas "muy difíciles"
Efe 12/02/2015 10:40 El Fondo Monetario Internacional (FMI) ha anunciado un acuerdo con Ucrania para proporcionar al país asistencia financiera por valor de 15.500 millones de euros (17.500 millones de dólares) durante cuatro años.
"Es un programa ambicioso, duro y no exento de riesgos", ha señalado la directora gerente del FMI, Christine Lagarde, durante una conferencia de prensa en Bruselas.
Lagarde espera someter el pacto alcanzado con Kiev a votación del directorio del organismo a finales de febrero. Según Lagarde, la ayuda financiera del FMI "forma parte de un paquete de asistencia más amplio que llega a 40.000 millones de dólares".
Yatseniuk anuncia reformas "muy difíciles"
Por su parte, el primer ministro ucraniano, Arseniy Yatseniuk, ha advertido que la ayuda financiera obligará a tomar medidas económicas "muy difíciles" para, ha dicho, acabar con la corrupción, reformar el sector energético, recortar el gasto púlbico y reducir la burocracia.
En marzo de 2014, Ucrania y el FMI llegaron a un principio de acuerdo para que Kiev recibiera un crédito a cambio de aprobar un paquete de leyes económicas caracterizado por duros recortes de gasto público y la subida de los precios del gas y la electricidad.
El anuncio del FMI llega cuando Ucrania negocia con Rusia y con mediación de Francia y Alemania un alto el fuego en el conflicto civil desatado en el este del país, y que se ha cobrado más de 5.300 muertos.
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2014.12.26 15:24 podemosspb El doble rasero contra Rusia y porque a España no le interesa tanto como puede parecer

Hola a todos y felices fiestas.
Me gustaria abrir un debate sobre relaciones internacionales que le afecta a España de forma más directa de lo que a priori puede parecer.
En mi opinión es un problema de falta de formación pues es imposible saber de todo. Yo vivo en Rusia desde hace casi 10 años y sobre este tema y la situación en Ucrania y todo lo referente a esta situación internacional me preocupa porque me afecta.
Trataré de que los lectores tengan una idea general de la situación ya que ni al mismísimo Pablo Iglesias en Bruselas le dejan contar la verdad. Para no hacer esta apertura de hilo interminable, colocaré vídeos y referencias para comprobar la veracidad de los hechos en facebook en Podemos San Petersburgo, en adelante San Petersburgo, al igual que hacen los locales lo abreviare como SPB o Piter.
Evidentemente nadie es imparcial, y mucho menos yo que vivo en este país desde hace tiempo y simplemente por esta circunstancia mi juicio estará influenciado, pero vosotros vivís en España y eso no turba vuestro juicio para saber que es injusto que por ejemplo Urdangarín se haya aprovechado de su situación para mangonear.. y todo lo demás, o que el Rey al igual que hizo su padre en sus mejores tiempos se levante, incluso si hace falta con el ejercito para defender a sus ciudadanos (23F), súbitos reales.... que eso, por ahora es lo que somos. Dónde está el Rey en unos momentos tan complejos? Cuál es su posición, ya que los reyes no tienen opiniones, sino posiciones en un problema que afecta a toda la clase política de su estado? Yo creo que es un golpe de estado ... con corbatas no con pistolas... ya que la Moncloa esta tomada por delincuentes... pero dejemos esto para otro hilo porque ya tardó demasiado...
A título de breve introducción publico un escueto resumen, por eso propongo aportar durante varios resúmenes más información detallada, con enlaces externos para contrastar mis opiniones y las de otros, propongo que entre todos desarrollemos este hilo con ideas, opiniones e información veraz, de forma que podamos acabar con muchas lagunas, que a la hora de enumerar los datos primordiales se pueden quedar atrás o ir generando. Y así desvelar como puede ser de interesante para España económica y políticamente muy rentable pronunciarse en este tema de una forma peculiar e inteligente y diplomática, ya que no hay que olvidar que formamos parte de la European Unión para lo bueno y para lo malo.
Porque puede ser para España interesante?
Por el volumen de exportaciones de pescado, carne y vegetales que tuvo en 2011 y 2012 por ejemplo. http://www.icex.es/icex/es/navegacion-principal/todos-nuestros-servicios/informacion-de-mercados/paises/navegacion-principal/el-pais/relaciones-bilaterales/index.html?idPais=RU#9
Ya sé que alguno dirá que exportamos más a EEUU, pero para eso somos Españoles alegres y sonrientes, para llevarnos bien con todo el mundo. Y ser un referente diplomático, cosa que no se ha conseguido hasta la fecha habiendo sido un imperio donde nunca se ponía el sol.
Por que es de buen nacido ser agradecido y durante la guerra civil muchos niños fueron refugiados en Rusia en una gran demostración de colaboración internacional casi un siglo atrás y gesto de amistad hacia España que debido a la derrota del bando republicano nunca fue correspondido. http://es.wikipedia.org/wiki/Ni%C3%B1os_de_Rusia
Porque es uno de los mercados que más ha aportado con el problema del ladrillo, y un pequeño gesto de acercamiento sería muy bien visto y ayudaría a la recuperación económica .. en vez de seguir pagando cada uno de nosotros el desastre bancario. Porque por mucho que vallan a la cárcel el pufo sigue ahí y se está pagando.
Por que son injustas las sanciones, y esto es lo más importante:
Metódica exterminacion de la población del este de Ucrania, niños mujes y hombres son torturados y asesinados. Niños y ancianos son mutilados y torturados al más puro estilo de la CIA. Las iglesias, colegios y hospitales son bombardeados, los sacerdotes perseguidos y asesinados...
Indignante rusofobia de los medios de comunicación
Por el vergonzoso silencio de las instituciones oficiales europeas y los medios de comunicación sobre los bombardeos que realiza el
Ejército Ucraniano contra la población civil con apoyo de agrupaciones paramilitares nazis. Esto es interpretado por Kiev como carta blanca para proseguir destruyendo instalaciones y asesinando. Así como el vergonzoso silencio sobre la incorporación de agentes del servicio americano al gobierno recién formado. (Se le han concedido pasaportes Ucranianos a tres personas en 24 horas)
¿Dónde están ahora los valores europeos con los que se juzga a Rusia?
¿Hay que hacer lo mismo con UK por Gibraltar? ¿Eso es lo que nos está queriendo decir la European Union?
Por que Gobierno de Kiev ha decidido aislar totalmente la región suroriental del país y, a pesar de considerarla parte de su territorio, la ha dejado sin gas ni electricidad, transporte ferroviario, pensiones, salarios ni medicamentos. Para poner un ejemplo gráfico es como si Rajoy le hiciese lo mismo a Cataluña y la European Union mantuviese un silencio mediatico. Esto no lo hizo nunca Rusia, ni tan siquiera con Chechenia.
Todo esto para bajar el precio del gas que circula a través de Ucrania desde Rusia hasta Europa.Si, somos casta, como país también nos expresamos fuera de nuestras fronteras como casta. Machacando y matando si es necesario para que? para que tu tengas un gas más barato? No amigos para que lo tengan los de siempre. Tu sabes cuanto cuesta el gas? Quieres pillarte un mosqueo? Es precio de coste puro sin los gastos de distribución ni manipulación... pero os vais a sorprender los que no estéis familiarizados de lo ínfimo que es.
Y por que el otro único motivo aparente es entorpecer el desarrollo de Rusia, que es tratado injustamente como un anti Europeo, cuando la intención del gobierno actual ha sido equilibrar la balanza lo más posible. Y nosotros mismos le hemos dado el empujón para que se aliase con China definitivamente, algo que China a aprovechado muy bien tras una larga espera.
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2014.11.17 22:05 TrolasoPotemos Despedida

Adiós, estimados amigos, ha sido un placer estar aquí con vosotros, me ha servido mucho para entender vuestros y demarcar como lamentablemente os preveo poco éxito.
Mis aportaciones, las que no contenían insultos, que creo eran una mayoría, os pueden ser útiles, pero es a vosotros de juzgar si queréis leerlas. Yo me he desmarcado como un opositor de Podemos, ya lo soy desde el principio, pero aquí había recuperado la esperanza en que Podemos recuperara sus verdaderos valores.
Mis interacciones han sido mayoritariamente positivas, con la excepción de las valoraciones negativas, y me han ayudado a descubrir que detrás de Podemos hay gente normal, educada. Desgraciadamente, este grupo es minoritario, que causa que el ambiente contra los opositores sea excesivamente hostil.
Me he metido con mucho, y generalmente he tenido alguna respuesta positiva que miraba más allá de mi nick, por lo cual me gustaría agradecer a dichos usuarios. En cambio, todo cambió cuando me metí con la OTAN y la pertenencia de España, entre multitud de argumentos erróneos, se llegó a decir que el derribo del MH17 fue culpa de los Americanos y los Ucranianos, que lo confundieron con el avión de Putin. Hay suficientes fuentes que demuestran lo contrario.
Además de haber vivido la tragedia de cerca en Holanda, me parece una falta de respeto total hacia las víctimas de dicho accidente que se hable de que los culpables son los europeos/americanos. Usando esto como argumento (que además no está ni demostrado) para echar a la OTAN es ridículo, por lo tanto. Fue en una respuesta a ese hilo que me salí de la raya y le falté al respeto a un usuario.
Insultar obviamente nunca está bien, aún menos si intento demostrar algo, pues pierdo toda la credibilidad. Es un error lamentable que desgraciadamente ha abierto las puertas a otros a insultarme a mi, cuyo razonamiento entiendo, pero no comparto. Es obvio que al ser disidente tienes mucho menos márgen de error, y yo he errado. No me queda, por tanto, más que despedirme.
Por última vez me gustaría aclarar que mi objetivo no era trolear, pero no perderé el tiempo explicando el por qué. A vosotros la oportunidad de juzgarme acorde a la mayoría de mis comentarios, los que estimo son correctos y pueden serviros de ayuda.
Para acabar, me gustaría disculparme con los usuarios a los les falté al respeto, y agradecer a todos los que confiaron en mi.
Un saludo a todos,
Pepe TrolasoPotemos
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2013.07.09 01:04 allex2501 Gêmeos do Facebook viram magnatas do bitcoin

NATHANIEL POPPER, PETER LATTMAN , THE NEW YORK TIMES - O Estado de S.Paulo
Cameron e Tyler Winklevoss foram muitas coisas num curto espaço de tempo: remadores olímpicos, adversários de Mark Zuckerberg no Facebook e até personagens de Os Simpsons. Agora, eles ganharam um novo rótulo: de magnatas do bitcoin (moeda virtual trocada por pessoas anônimas na internet). Os gêmeos idênticos, de 31 anos, juntaram desde o último verão americano o que parece ser um dos maiores portfólios particulares da moeda online que causa tanto alvoroço em Wall Street e no Vale do Silício. Trata-se de uma quantia de US$ 11 milhões - ou ao menos tratava-se até a manhã de quinta-feira passada, quando as negociações foram temporariamente suspensas após uma queda abrupta ter levado o preço de 1 bitcoin para US$ 120 e seu mercado inteiro para US$ 1,3 bilhão. O valor da moeda (que no intervalo de um mês subiu de US$ 35 para US$ 255) chegou a cair 60%.
Cameron (E) e Tyler têm cerca de US$ 11 mi em bitcoins Para os céticos, a agitação em torno da rede do bitcoin se parece mais com a euforia especulativa das tulipas na Holanda dos anos 1600, quando o preço exorbitante da flor levou a uma crise, do que com o começo de uma moeda real. "Dizer que ela é altamente especulativa seria o eufemismo do século", diz Steve Hanke, professor da Universidade Johns Hopkins especializado em moedas alternativas.
Seja lá o que for, o bitcoin se tornou o fenômeno financeiro do momento. Além dos gêmeos, empresas de investimento de risco do Vale do Silício estão começando a mostrar interesse pela tecnologia, embora não usem a moeda. Na semana passada, um grupo de investidores, incluindo Andreessen Horowitz, anunciou que estava financiando a jovem empresa OpenCoin, que está desenvolvendo um sistema global de pagamento virtual.
Para os irmãos Winklevoss, o tumulto nas negociações da semana passada são apenas os efeitos colaterais de uma moeda digital que eles acreditam que se tornará uma espécie de ouro para os especialistas em computação. "Alguns dizem que é um esquema de pirâmide, uma bolha", disse Cameron Winklevoss. "Alguns realmente não querem levá-la a sério. Em algum ponto, essa narrativa vai mudar para 'as moedas virtuais vieram para ficar'. Estamos nos primórdios."
Aposta. Embora pouco se saiba sobre o criador (ou criadores) do bitcoin, é perceptível que o trabalho exigiu um alto nível de programação. O sistema se sustenta a partir de computadores 'emprestados' ao redor do mundo - usuários com máquinas potentes cedem seu poder de processamento para a rede.
Esse espaço virtual pode abarcar uma quantidade finita de moedas (21 milhões), que hoje está ao redor de 11 milhões. Novas moedas são "garimpadas" quando programadores resolvem problemas matemáticos. Eles podem, então, iniciar novas relações de troca.
Por enquanto, poucas empresas reais aceitam bitcoins como pagamento. Mas os defensores da moeda acreditam num futuro em que o dinheiro virtual possa ser usado no Starbucks.
Os Winklevoss usaram parte de seus bitcoins para pagar os serviços prestados por um programador ucraniano que trabalhou no site deles. "Escolhemos colocar nosso dinheiro e nossa fé num arcabouço matemático que é livre de política e de erro humano", disse Tyler.
O bitcoin não é a primeira aposta dos irmãos numa tecnologia emergente. Quando eram alunos de Harvard, eles fundaram a rede social ConnectU e contrataram o colega Mark Zuckerberg para ajudá-los a criar a companhia. Depois que Zuckerberg saiu para iniciar o Facebook, os irmãos o processaram, acusando-o de roubar sua ideia. O caso foi acertado, e os irmãos receberam US$ 20 milhões em dinheiro e ações do Facebook que hoje valem mais de US$ 200 milhões.
Segurança. Os irmãos começaram a se aventurar no bitcoin no meio do ano passado, quando o valor em dólar de cada moeda ainda era de um dígito. Para manter suas posses protegidas de hackers, os gêmeos retiraram esses códigos complexos de qualquer computador conectado em rede, salvaram-nos em pen drives e guardaram esses pen drives em cofres de segurança em bancos de três cidades diferentes.
É difícil verificar se as posses dos Winklevoss se comparam às de outros negociadores, dado o anonimato das contas. E os gêmeos acreditam que alguns dos primeiros usuários do sistema provavelmente têm contas tão grandes quanto as suas.
Durante a oscilação de preços na última semana, eles disseram ter aproveitado para comprar mais bitcoins a valores mais baixos. "Ele (o bitcoin) tem apenas quatro anos e ainda não foi desacreditado como uma alternativa viável ao papel-moeda", disse Tyler Winklevoss. "Podemos estar redondamente enganados, mas estamos curiosos para ver isso avançar um pouco mais."
/ TRADUÇÃO CELSO PACIORNIK
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